OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:
Mens sana in corpore sano ("uma mente sã num corpo são") é uma famosa citação latina, derivada da Sátira X do poeta romano Juvenal.
No contexto, a frase é parte da resposta do autor à questão sobre o que as pessoas deveriam desejar na vida (tradução livre):
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A conotação satírica da frase, no sentido de que seria bom ter também uma mente sã num corpo são, é uma interpretação mais recente daquilo que Juvenal pretendeu exprimir. A intenção original do autor foi lembrar àqueles dentre os cidadãos romanos que faziam orações tolas que tudo que se deveria pedir numa oração era saúde física e espiritual. Com o tempo, a frase passou a ter uma gama de sentidos. Pode ser entendida como uma afirmação de que somente um corpo são pode produzir ou sustentar uma mente sã. Seu uso mais generalizado expressa o conceito de um equilíbrio saudável no modo de vida de uma pessoa.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mens_sana_in_corpore_sano
domingo, 21 de setembro de 2014
De biquíni e maiô, gordinhas famosas fazem manifesto contra o preconceito
Cacau Protásio, Simone Gutierrez, Mariana Xavier e Fabiana Karla aparecem se divertindo em praia: 'Livre-se da canga e curta o verão'.
Cacau
Protásio, Mariana Xavier, Fabiana Karla e Simone Gutierrez decidiram
fazer o manifesto após lerem uma publicação que ensinava mulheres gordas
a irem à praia: "Não tenha o corpo do verão. Tenha um corpo e aproveite
o verão", ensina Mariana, a segunda da esquerda para a direita (Foto:
Janderson Pires / Divulgação)
O quarteto ganhou apoio nas redes sociais(Foto: Instagram/Reprodução)
"Não sejamos hipócritas. As gordinhas não são vistascomo belas", diz Simone Gutierrez, a terceira na
foto, da esquerda para a direita
(Foto: Janderson Pires / Divulgação)
As atrizes não quiseram retoques nas fotos(Foto: Instagram / Reprodução)
Quarteto
de sereias: atrizes e "gordelícias" querem que outras mulheres tenham a
liberdade e reencontrem sua autoestima curtindo o verão (Foto:
Janderson Pires / Divulgação)
Cacau
Protásio, Simone Gutierrez, Mariana Xavier e Fabiana Karla fizeram as
fotos na Prainha, Zona Oeste do Rio (Foto: Janderson Pires / Divulgação)
Mariana
Xavier, Simone Gutierrez, Cacau Protásio e Fabiana Karla posam com
roupa de banho para dizere não ao preconceito (Foto: Janderson Pires /
Divulgação)sábado, 20 de setembro de 2014
Vivemos hoje um terrorismo nutricional.
Foto: Divulgação
Sophie é francesa e brasileira e pesquisa obesidade infantil,
nutrigenômica, transtornos alimentares e neurociência do comportamento.
Sophie
Deram não é uma nutricionista convencional. Para começar, ela é contra
dietas. Para essa francesa e brasileira, doutora em Endocrinologia pela
Faculdade de Medicina da USP, dietas
restritivas só estressam o corpo e fazem o cérebro alterar o
metabolismo e o apetite, fazendo você engordar ainda mais a longo prazo.
Especialista em obesidade infantil e transtornos alimentares, Sophie,
que também é chefe de cozinha, estuda neurociência e nutrigenômica - a
ciência que mostra como os alimentos “conversam” com nossos genes. Ela
defende uma forma libertadora de lidar com a comida: o “comer
consciente”, que permite ter saúde e peso estável tendo prazer à mesa e
comendo de tudo - até mesmo doces e fast food!
A senhora é uma nutricionista contra dietas?
Eu sou muito contra dieta (risos).
E quanto mais eu estudo, mais fico contra. Uma das coisas que mais
assusta e estressa o cérebro é fazer uma dieta muito restritiva. O
cérebro a percebe como um grande perigo e vai desenvolver mecanismos de
adaptação. Ele vai aumentar o seu apetite, diminuir seu metabolismo e
deixar você mais obcecado por alimento.
É por isso que tantos voltam a engordar?
A curto prazo, a dieta vai
funcionar. Só que o cérebro vai desenvolver mecanismos de adaptação, vai
‘ligar’ os genes do apetite e do armazenamento de gordura. A ciência
mostra que 90% a 95% das pessoas que fazem uma dieta muito restritiva
voltam a engordar, não só tudo de novo, mas ainda mais. Pelo menos 30%
de quem faz dieta engorda mais do que perdeu com ela. O interessante é
que, depois de uma dieta, o apetite de uma pessoa aumenta por até um ano
após ela ter voltado a comer normalmente. E o risco de desenvolver
compulsão é até 18 vezes maior depois de uma dieta restritiva. Os
maiores transtornos alimentares (como bulimia e anorexia) que a gente
trata começaram com uma dieta.
Então, qual a solução?
Primeiro, não enxergar o peso como
a causa do problema, para não trabalhar só sobre a consequência. É
preciso entender porque você engordou. Pode ser emocional, por fazer
dieta, por comer de maneira não muito saudável, pode ser um medicamento
que você está tomando ou uma fase de vida – a menopausa e pré-menopausa,
por exemplo, são momentos muito sensíveis para a mulher.
O que é o “terrorismo nutricional” que a senhora afirma que vivemos?
Hoje estamos focando no alimento
de um jeito muito simplificado: ou o alimento é bom ou é ruim. Esse
engorda e aquele emagrece. Não existe isso. Nenhum alimento por si só
vai fazer engordar ou emagrecer. Quando você só foca nas calorias e nos
alimentos, você esquece de escutar o seu corpo. Você não responde mais à
fome ou à saciedade. Você só responde com terrorismo ao que você está
comendo. Comer vira uma coisa estressante. E uma culpa.
Dá para acabar com essa culpa?
Uma das coisas que eu trabalho
muito no consultório é recuperar a sensação de fome e saciedade e o
comer sem culpa. Nosso corpo é totalmente habituado a todo tipo de
alimento. Claro que algumas pessoas têm problemas ou alergias, e isso
tem que ser tratado. Mas colocar uma população inteira sem açúcar, sem
glúten ou sem lactose é uma loucura! O terrorismo é esse: cada vez mais
as pessoas não sabem o que comer. Acham que controlando o que elas estão
comendo vão emagrecer. Na verdade, estão cada vez mais estressadas e
com maior risco de ganho de peso.
Mas há dietas restritivas famosas que cortam glúten ou proteína e dão certo. Também não são recomendadas?
Para uma pessoa que tem doença
celíaca, eu vou recomendar uma dieta sem glúten. Mas para uma pessoa que
está bem, só porque ela quer perder peso, isso afeta muito a sua
relação com os alimentos. Vira um inferno. Tirar o glúten é uma coisa
muito difícil, muito estressante. Claro que a pessoa vai perder peso, e é
por isso que está na moda. Só que, infelizmente, isso só aumenta aquele
terrorismo nutricional. Em geral, cortar um grupo alimentar não é
adequado. Somos onívoros, ou seja, animais que comem de tudo. Quando
você corta um grupo alimentar, você assusta o seu corpo. Ele vai
desenvolver adaptações que podem fazer você engodar mais a longo prazo.
Por que é tão importante acabar com essa culpa ao comer?
Quando você está com muita culpa,
sofrendo muito terrorismo nutricional, você pode engordar, porque está
estressado, em desequilíbrio diante da alimentação. Isso pode afetar o
cérebro e “ligar” genes que vão fazer você engordar mais. Mas é bom
lembrar que tem obesos que comem superbem. É bom não fazer
discriminação. Pode ser um estresse na vida que aciona um mecanismo de
proteção. A gordura era uma proteção contra a falta de alimentos e o
nosso cérebro ainda pensa assim. Se você estressa muito o seu corpo, se
fica sem comer, se corta carboidrato, ele reage aumentando a produção de
gordura. Quando você está comendo com prazer, sem culpa, você come
menos porque vai ficar satisfeito e não engole a comida. E também vai
ter uma digestão diferente do que se comer com rapidez, com culpa, com
estresse.
A senhora é contra os produtos light e diet?
Não sou contra. O que eu acho
importante é mostrar que eles não são necessariamente interessantes para
emagrecer. Para fazer produtos light e diet, a indústria fez uma troca.
Tiraram parte da gordura, o que deixa ele sem gosto, e colocaram
carboidratos. Açúcar, amido modificado, xarope de açúcar, todos esses
carboidratos, dão bastante prazer no cérebro. A gordura tem 9 calorias
por grama, mas o açúcar só 4. Então, o produto fica com menos calorias,
mas não necessariamente mais interessante do ponto de vista da
saciedade. E também pode ter um efeito diferente no metabolismo.
Então seria melhor comer algo que você goste em porções menores?
Na dúvida, o é melhor pegar o
alimento mais ‘in natura’ possível. Não estou dizendo orgânico, estou
dizendo mais natural. Em vez de comer o iogurte light ou diet de
morando, por exemplo, a opção que eu acho mais saudável seria o iogurte
natural junto com o morango e um pouquinho de açúcar. É um alimento mais
verdadeiro.
Mas como, então, emagrecer?
Primeiro, é preciso ter excesso de
peso e nem todo mundo tem. Pessoas que estão com peso saudável e que
querem emagrecer mais vão assustar o corpo. Essa preocupação de
emagrecer é muito exagerada hoje. As pessoas estão muito focadas nisso. É
“bom dia, você emagreceu” ou “você engordou”. Antes se falava do tempo!
Uma pena. Mas uma pessoa que tem sobrepeso precisa saber que não há uma
solução só. As dietas hoje dão a mesma solução para todo mundo. Isso
não dá certo. Cada um tem um metabolismo, uma história, uma razão
diferente para o sobrepeso. Mas uma dica interessante é essa: comer mais
alimentos verdadeiros.
Ou seja, menos industrializado.
Isso, menos industrializados. E
não estou dizendo que sou contra alimentos industrializados. Sou
engenheira agrônoma, trabalhei em indústria, e acho que eles ajudam
muito no dia a dia. Mas, quando puder, cozinhe, prepare o prato em casa,
coma alimentos que vêm da natureza e tente evitar essa preocupação de
dieta. Isso está fazendo com que ninguém coma junto. Sei de pessoas que
levam marmita para eventos sociais. A gente está cada vez mais com esse
terrorismo da nutrição. Se você volta a comer alimentos verdadeiros,
para os quais a gente foi adaptado, você não deveria ter essa
preocupação de calorias, de engordar. O que você deveria ter é uma
consciência maior de como está se sentindo. Estou com fome? Vou comer.
Estou sem fome? Vou parar de comer! Alguém que está respondendo bem a
essas perguntas chega a um peso saudável. É o que em inglês se chama
“mindful eating”, o comer consciente. É um bom jeito de emagrecer de
maneira suave e para a vida inteira.
O comportamento alimentar é tão importante quanto o que se come?
O “mindful eating” é totalmente
isso. Pesquisas com crianças mostram que se você cuidar mais do
ambiente, sem falar do que ela está comendo, ela vai ter menos risco de
engordar. Não é só o que você come. É também como você está comendo. Ter
um comportamento adequado à fome é comer de maneira consciente. E se,
ainda, você consegue comer com prazer e sem culpa, você será
supersaudável. E comer com prazer não é comer com gula. É diferente. Não
é liberar tudo. É comer devagar, o alimento que você gosta, saboreando e
sem estresse.
Comer fora é mais difícil...
Na rua, a tentação é grande. Então
também temos que comer devagar para perceber quando estamos
satisfeitos. E quando isso acontecer antes do fim do prato, não precisa
comer a porção inteira. Escute o corpo. Não é só porque está pagando um
preço fixo, numa churrascaria, que você tem que se entupir de comida.
Aproveite o momento com os amigos, converse, sinta o alimento. Não
existe nenhum alimento ruim. O que existe são alimentos mais
interessantes do que outros.
Hoje, muita gente se diz viciada em doces e fast food. Como elas podem comer de forma mais saudável?
Primeiro, se conscientizar de que
esse vício é real. Esses alimentos focam no nosso cérebro e podem viciar
mesmo. Mas é possível mudar. Não fazendo dieta restritiva. O que eu
aconselho é incluir, cada vez mais, alimentos verdadeiros. Eu nunca
retiro alimentos de ninguém porque isso é muito frustrante. O que
trabalho é uma atitude positiva. Pode comer de tudo, mas inclua mais
legumes, mais arroz, mais feijão. Tome mais água, evite o excesso de
bebidas doces, tanto refrigerantes quanto sucos. E aí a pessoa, sozinha,
consegue se livrar desse vício. Tenho pacientes adolescentes que saíram
da obesidade sem deixar de ir ao Mc Donald’s com os amigos. Isso faz
parte da vida do adolescente. É um erro tirar isso dele. Mas quando você
inclui os alimentos verdadeiros, automaticamente, você vai comer menos
dos outros.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014
11 dicas para fazer a promessa de emagrecer dar certo
Estabeleça metas possíveis
"Não adianta querer perder 20kg em um mês", diz a nutricionista do Tatiana Rom, da MDX Medical Center, no Rio de Janeiro. Cada corpo tem seu tempo e devemos respeitar isso. Se você quer perder 20kg, experimente separar esse objetivo em várias pequenas metas de 5kg ou até 3kg, por exemplo. "Dê valor a cada progresso, mesmo que seja devagar", diz Tatiana. Para ajudar a alcançar seus objetivos, você pode contar com ajuda de comunidades e até de ferramentas de suporte. O sistema de metas do programa Dieta e Saúde, por exemplo, permite a você estabelecer suas próprias metas, desde perder peso até conseguir correr uma maratona. "Dessa forma, você consegue acompanhar com mais facilidade o seu desenvolvimento", afirma a nutricionista Roberta Stella, nutricionista chefe do programa.
Estabeleça uma rotina alimentar
Segundo a nutricionista Roberta Stella, chefe do programa de emagrecimento online Dieta e Saúde, planejar as refeições que farão parte do dia é um passo importante para organizar a alimentação. O ideal é fazer as três refeições principais (café da manhã, almoço e jantar) e dois pequenos lanches. "Isso manterá seu metabolismo funcionando o dia inteiro, dará mais saciedade, diminuindo a fome fora de hora, e impedirá que você exagere nas grandes refeições", diz a nutricionista. Se você tem dificuldade para organizar as refeições e escolher os ingredientes mais leves, experimente verificar a tabela nutricional dos produtos e entender se aquela é a melhor opção. Mas também vale apostar em outras metodologias. O programa de emagrecimento online Dieta e Saúde, por exemplo, disponibiliza um Diário de Pontos, que é uma calculadora na qual você insere o que vai consumir durante o dia. "Por ser um sistema de pontos em vez de calorias, o programa fornece a quantidade ideal de pontos que você deve consumir no dia para atingir seu objetivo e dá uma pontuação para cada alimento e porção que você comeu, ajudando a visualizar os erros e acertos da dieta."
Organize seus horários
É importante fixar horários certos para as refeições de acordo com a sua rotina. "Dessa maneira, você para de beliscar e não consume calorias sem perceber, além de fazer seu metabolismometabolismo se acostumar com os horários, evitando que ele acumule energia", afirma a nutricionista Roberta. Essa técnica também te impede de comer em horários muito próximos das refeições - pois mesmo que você esteja com fome, já sabe que fará uma refeição logo. A especialista explica que se você sente muita fome pela manhã e à tarde, deve fazer os lanches nesse período. Se for à tarde e à noite, após o jantar, estipule o lanche da tarde e o da noite. "Se você tem dificuldades para lembrar os horários das refeições, experimente colocar um alerta no celular ou email."
Abandone as dietas com restrição excessiva
"Essa é a principal causa de desestímulo e desistência da dieta", alerta Roberta Stella. Uma restrição calórica muito grande fará com que o seu metabolismo desacelere, sendo necessária uma ingestão ainda menor de calorias para alcançar o emagrecimento. Além disso, a alimentação monótona e com pouca variedade de alimentos não traz todos os nutrientes que o corpo precisa, podendo até afetar a imunidade e deixando o corpo mais vulnerável ao aparecimento de doenças. "Para emagrecer é necessário atividade física e redução calórica na alimentação, mas isso deve ser feito de forma gradativa e com um cardápio saudável e variado", explica a nutricionista.
Evite as tentações
Não deixe por perto alimentos que representam tentações da dieta e apresentam um risco ao seu emagrecimento, como chocolates, balas, biscoitos recheados, doces e salgadinhos. "As guloseimas podem impedir que você siga fiel à alimentação desejada", explica a nutricionista Roberta. Isso também vale na hora de escolher um restaurante ou bar para o happy hour com os amigos: evite os lugares que oferecem alimentos calóricos e gordurosos no cardápio. O mesmo vale para o supermercado: para que comprar uma caixa de chocolate durante o período de emagrecimento? "Não faça a sua própria armadilha", diz Roberta.
Saiba quando dizer "sim"
Não precisa desistir da dieta apenas por que ficou com vergonha de dizer "não" às tentações. "Estar de dieta não significa que você não pode consumir alimentos mais calóricos nunca, basta saber escolher os momentos ideais para aproveitar essa escapada", diz a nutricionista Tatiana. Além disso, a reeducação alimentar é o momento de se propor experimentar novos alimentos e sabores. "Se legumes, verduras e frutas não faziam parte do seu cotidiano, a partir de agora deverão estar presentes na alimentação diária", afirma Roberta. Uma ferramenta do programa de emagrecimento online Dieta e Saúde sinaliza com carinhas tristes ou felizes o valor nutricional das refeições. "Se sua alimentação está saudável, você ganha uma carinha feliz, se estiver faltando alguns nutrientes, a carinha fica triste."
Não seja influenciável
Ninguém irá te ajudar se você não quiser se ajudar. "Aquela conversa de 'só vou comer hoje' pode tomar conta da sua rotina e desestimular seu emagrecimento", alerta a nutricionista Tatiana. Caso seus amigos e familiares resolvam sair para comer em um lugar mais calórico ou então resolvam preparar aquele bolo "especialmente para você", recuse educadamente. "Isso será uma vitória para você, dando mais força para seguir em frente", afirma Roberta Stella. "Ficar um dia sem sair com seus amigos não lhe fará perder a amizade, mas o risco de desistir da dieta é muito grande."
Persista nos seus objetivos
Se não resistiu e saiu da dieta, se o peso estacionou por alguns dias ou a baixa nos quilos ficou muito abaixo da esperada, não desista! "Essas são situações que ocorrem com todas as pessoas que estão no processo de emagrecimento", declara a nutricionista Roberta. "A diferença entre a pessoa que atinge o objetivo e aquela que está a todo o momento reiniciando é que a primeira não desistiu."
Pese-se apenas uma vez por semana
"Verificar seu peso todos os dias pode fazer você cair na armadilha da ansiedade, já que o peso pode oscilar de um dia para outro sem necessariamente significar que você engordou ou emagreceu de fato", explica a nutricionista Tatiana. No entanto, saber a sua evolução é muito importante para manter-se firme em seu propósito, por isso é essencial encarar a balança toda a semana. "Nas duas primeiras semanas, a queda de peso tende a ser maior, depois passa a ser mais gradual", diz Roberta Stella. "Encare isso como um desafio e não como um motivo de desânimo e desestímulo."
Participe de discussões sobre emagrecimento
Ter contato com pessoas que têm o mesmo objetivo, trocando experiências, fará com que você não se sinta diferente. A conversa dá motivação para alcançar a meta de peso mais rapidamente. "O programa Dieta e Saúde permite aos assinantes criarem seu próprio blog, no qual poderá escrever todas as suas conquistas e dificuldades, compartilhando isso com todos os usuários que estão passando pelos mesmos desafios", lembra a nutricionista Roberta. "Manter esse contato com pessoas que entendem você melhor do que seus amigos e familiares - que não estão passando por esse momento difícil - ajuda a alcançar o objetivo com mais facilidade."





















































