OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:

Os textos a seguir são dirigidos principalmente ao público em geral e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes de cada assunto abordado. Eles não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores às informações aqui encontradas.

Mens sana in corpore sano ("uma mente sã num corpo são") é uma famosa citação latina, derivada da Sátira X do poeta romano Juvenal.


No contexto, a frase é parte da resposta do autor à questão sobre o que as pessoas deveriam desejar na vida (tradução livre):

Deve-se pedir em oração que a mente seja sã num corpo são.
Peça uma alma corajosa que careça do temor da morte,
que ponha a longevidade em último lugar entre as bênçãos da natureza,
que suporte qualquer tipo de labores,
desconheça a ira, nada cobice e creia mais
nos labores selvagens de Hércules do que
nas satisfações, nos banquetes e camas de plumas de um rei oriental.
Revelarei aquilo que podes dar a ti próprio;
Certamente, o único caminho de uma vida tranquila passa pela virtude.
orandum est ut sit mens sana in corpore sano.
fortem posce animum mortis terrore carentem,
qui spatium uitae extremum inter munera ponat
naturae, qui ferre queat quoscumque labores,
nesciat irasci, cupiat nihil et potiores
Herculis aerumnas credat saeuosque labores
et uenere et cenis et pluma Sardanapalli.
monstro quod ipse tibi possis dare; semita certe
tranquillae per uirtutem patet unica uitae.
(10.356-64)

A conotação satírica da frase, no sentido de que seria bom ter também uma mente sã num corpo são, é uma interpretação mais recente daquilo que Juvenal pretendeu exprimir. A intenção original do autor foi lembrar àqueles dentre os cidadãos romanos que faziam orações tolas que tudo que se deveria pedir numa oração era saúde física e espiritual. Com o tempo, a frase passou a ter uma gama de sentidos. Pode ser entendida como uma afirmação de que somente um corpo são pode produzir ou sustentar uma mente sã. Seu uso mais generalizado expressa o conceito de um equilíbrio saudável no modo de vida de uma pessoa.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mens_sana_in_corpore_sano


sábado, 16 de março de 2013

Gordura dos gordos é diferente da gordura dos magros

em 28.08.2008 as 1:28
Parece que nem toda a gordura é criada da mesma maneira. Um estudo da Temple University (EUA) descobriu que a gordura de pacientes obesos é “doente” quando comparada com a de pacientes magros.
gorda e magroPorque doente? Quando nosso corpo não funciona da maneira correta nós dizemos que estamos doentes. O estudo da edição de setembro da revista científica Diabetes descobriu que o mesmo pode ser aplicado ao tecido adiposo encontrado em pacientes obesos. As suas células de gordura não estão funcionando adequadamente e como resultado são mais doentes do que as células de gordura de pacientes magros.
O autor do estudo, Dr. Guenther Boden teoriza que a “gordura doente” pode explicar melhor a ligação entre obesidade e alto risco de diabetes, doença cardíaca e derrame.
Pesquisadores dos departamentos de endocrinologia, bioquímica e cirurgia da universidade fizeram biópsias da coxa de seis pacientes magros e seis obesos e descobriu diferenças significativas em nível celular.
“As células de gordura de nossos pacientes obesos eram deficientes em diversas áreas”, disse Guenther. “Elas mostraram um estresse significativo no retículo endoplasmático e o tecido em si era mais inflamado do que em nossos pacientes magros.”
O retículo endoplasmático (RE) é encontrado em toda célula e ajuda a sintetizar proteínas e monitorar como elas se desenvolvem. O estresse que Guenther descreve faz que o RE das células gordurosas produza diversas proteínas que levam finalmente a resistência contra a insulina, que é responsável por grande parte do desenvolvimento e progresso de problemas de saúde ligados à obesidade.
Segundo o National Institudes of Health dos EUA, a cada vez que o índice de massa corporal (IMC) sobe um ponto o risco de diabetes cresce em 25% e o risco de problemas cardíacos aumenta em 10%.
Reduzir o peso ajuda a reduzir o estresse no RE, o que pode reduzir o risco de resistência à insulina e problemas resultantes. Atualmente Guenther e sua equipe estão estudando se os ácidos graxos livre são a causa potencial do estresse do RE. [ScientificBlogging, ScienceDaily]

O que realmente está nos tornando gordos?

  em 13.03.2012 as 18:00

A sabedoria convencional nos diz que o ganho ou perda de peso está no modelo de “calorias para dentro, calorias para fora”, que geralmente se resume no refrão “coma menos, se exercite mais”. Mas uma nova pesquisa revela que a equação é muito mais complexa do que parece, e vários outros fatores estão em jogo.

Pesquisadores de um campo relativamente novo estão olhando para os químicos industriais e aspectos não calóricos das comidas que influenciam no ganho de peso. Os cientistas que estão conduzindo essa pesquisa acreditam que essas substâncias, presentes em muitas comidas, podem estar alterando a maneira como nossos corpos armazenam gordura e regulam nosso metabolismo. Mas nem todos concordam. 

Muitos cientistas, nutricionistas e médicos acreditam no modelo do equilíbrio energético.
Bruce Blumberg, professor de biologia na Universidade da Califórnia, estuda o efeito dos poluentes orgânicos que são altamente usados pela indústria dos agrotóxicos e nos sistemas de água. Os compostos organoestânicos “mudam a maneira como nosso corpo responde às calorias”, ele afirma. 

“Os que nós estudamos, o tributilestanho e o trifenilestanho, geram mais, e maiores, células de gordura nos animais expostos. Aqueles que tratamos com esses químicos não têm uma alimentação diferente do que aqueles que não engordam. Eles estão comendo comida comum, mas estão ficando mais gordos”. 

Um estudo muito comentado de janeiro trouxe mais lenha para essa discussão: ele confirmaria a crença no modelo do equilíbrio energético, e foi citado por muitos pesquisadores que trabalham no campo. Quando o autor do estudo, George Bray, foi questionado a respeito dos aditivos e ingredientes industriais em nossa comida, ele afirmou que “não faz diferença alguma. As calorias contam. Não há dados que comprovem o contrário”. 

Os participantes do estudo de Bray receberam quantidade baixa, normal e alta de proteína, além de mil calorias a mais do que o necessário. O estudo não levou em conta o conteúdo e a forma das calorias, como foram processadas, ou quais aditivos ou químicos industriais estavam presentes. 

Bray não acredita que aditivos ou a maneira como os alimentos são processados pode afetar o resultado do estudo. De fato, ele completou uma pesquisa em 2007, que ele se refere como “o estudo Big Mac”, com os participantes recebendo três refeições por dia, durante três dias, com um grupo comendo apenas itens como o Big Mac, e outro comendo apenas “comida caseira”. Bryan diz que o resultados não revelam nenhuma diferença: “Pelo menos nos quesitos como tolerância à glicose, insulina, e outros, não houve diferença. Agora, se você os alimentar por um período maior, é claro que a quantidade vai influenciar muito”. 

Outro estudo, realizado pela Universidade de Princeton, indica que o tipo da caloria importa. Os pesquisadores descobriram que ratos que bebiam xarope de milho, com muita frutose, ganhavam mais peso do que aqueles que bebiam água com açúcar, mesmo que o número de calorias fosse o mesmo. Os primeiros animais também exibiram sinais de síndrome metabólica, como ganho de peso anormal, especialmente gordura visceral ao redor da barriga, e aumento significativo dos triglicérideos.

Miriam Bocarsly, autora principal do estudo, afirmou: “A questão das calorias para dentro, calorias para fora, é muito boa e muito debatida no campo. Mas nós temos esse resultado que aconteceu com ratos. Algo é obviamente diferente entre o xarope e a água com açúcar, mas o que será?”. 

Blumberg comenta que a frutose, por si só, já é um obesógeno. “A frutose cristalizada não existe na natureza, nós estamos fabricando isso”, afirma. “A frutose não é comida. As pessoas pensam que ela vem da fruta, mas não. A que comemos é sintetizada. Sim, é derivada da comida. Mas cianeto também vem da comida. Você chamaria ele de comida?”. 

O neuroendocrinologista Robert H. Lustig também acredita que a frutose é um elemento relacionado à obesidade. “Eu pessoalmente coloco a frutose nos obesógenos. Como a frutose engana o cérebro para que coma mais, ela possui propriedades consistentes para a obesidade”, diz. 

Lustig é outro, entre os pesquisadores e médicos, que enxerga o modelo do balanço calórico como falso. “Eu não acredito nesse modelo, centralizado nas calorias”, comenta. “Acredito no do depósito de gordura, que é centrado na insulina. A razão é que, ao alterar a dinâmica da insulina, você pode mudar o consumo calórico e o comportamento relacionado às atividades físicas. 

Isso tem sido minha pesquisa pelos últimos 16 anos”, conta. A ideia de Lustig é que, ao aumentar a circulação de insulina – geralmente um resultado do consumo exagerado de frutose – as pessoas ficam mais esfomeadas e cansadas, o que resulta em excesso de alimentação e falta de motivação para se exercitar. 

Outro possível elemento obesógeno é o bisfenol A (BPA), encontrado em muitos alimentos e materiais de embalagens. O professor Frederick S. vom Saal, da Universidade de Columbia/Missouri, vem estudando isso. 

O Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) divulgou que quase todos os americanos testados tinham BPA na urina, “o que indica que há grande exposição da população ao BPA”. Algumas marcas já se pronunciaram, e planejam parar de usar o produto nas latas e embalagens dos alimentos. 

Vom Saal acredita que o BPA é apenas o exemplo mais proeminente das várias substâncias presentes em nossa comida que podem nos deixar obesos. “Se as pessoas realmente querem resolver a obesidade, diabetes, e doenças cardiovasculares, não é inteligente ignorar um contribuinte como esse. E nós não estamos obesos apenas por causa do BPA. Também sei que a nicotina e outros químicos influenciam na diabetes e nas doenças metabólicas”. 

Se a teoria dos “obesógenos” for aceita, a indústria da comida estará com problemas. Seria difícil promover alimentos diet e “saudáveis” que podem ter menos calorias, mas contém uma série de substâncias que podem contribuir para o aumento de peso. 

A ênfase que a indústria coloca nas escolhas pessoais põe o ônus no individuo, e deixa o consumidor com difíceis decisões para fazer sobre os produtos e aditivos industriais. E os produtos não vêm com essas substâncias listadas, já que não é obrigatório. 

“As pessoas dizem para mim o tempo todo: ‘O que eu faço?’”, comenta vom Saal. “E a resposta é, não há muito que fazer, porque a indústria não é obrigada a te contar sobre esses químicos. Como evitar algo que você não enxerga?”. 

O modelo do equilíbrio energético também coloca a responsabilidade no consumidor, porque a sabedoria convencional é de que as pessoas comem demais.

Será que podemos continuar essa discussão simplesmente em termos de calorias ingeridas? Ou olhar apenas para as categorias tradicionais, como gorduras, proteínas e carboidratos, e lacticínios, carnes, grãos e vegetais? Como há uma proliferação de poluentes industriais nos alimentos ultraprocessados, muitos especialistas acreditam que não. [TheAtlantic]

Por que cantar deixa você mais feliz?

cantando no chuveiroPor em 30.03.2009 as 8:31 
Cada vez mais, pessoas estão saindo de seus chuveiros para cantar. E, de acordo com alguns cientistas, isso é uma coisa boa. Cantar não provoca danos a saúde, muito pelo contrário.

Muitos começam com o karaokê. Em alguns bares, o aparelho é combinado com algumas doses de bebida. De acordo com o professor japonês (no Japão, o karaokê é um grande sucesso) Takeshi Tanigawa, da Universidade de Ehime, “beber com responsabilidade junto de amigos e se divertir o faz se sentir mais feliz e saudável. 

Cantores precisam respirar de forma diferente, inspirando mais, o que é bom para o sistema nervoso. Depois de cantar, não importa qual seja a performance, as pessoas geralmente recebem aplausos. É um tipo de apoio social, e faz o cantor se sentir bem”.

Para Nikki Slade (do site www.freetheinnervoice.com), todos nós deveríamos cantar para melhorar nossa saúde (ela é adepta da teoria do “quem canta os males espanta”). Ela diz que o canto se tornará tão popular quanto yoga como forma de relaxamento.

Slade, uma ex-atriz e cantora, usou dos poderes curativos do canto para voltar ao normal, depois de uma onda de stress que a atingiu. Agora ela ensina pessoas a fazer a mesma coisa.

Então por que não tentar? Por que não entrar em algum coral? Muitos não cobram inscrição e procuram avidamente novos membros. E atitudes como essa podem, até mesmo, beneficiar a comunidade. 

De acordo com Greenville Hancox, do Centro de Artes e Saúde de Sidney, cantar é melhor do que Prozac. Ele acredita que o canto é uma força de coesão social. “Se convencêssemos mais pessoas a cantarem, tenho certeza que seríamos uma nação mais saudável” conclui.
Como começar:
  1. Reforce sua confiança assistindo ao DVD do musical “Mamma Mia” – se Pierce Brosnan consegue ser pago para cantar, então há esperança para todos nós. Use a versão karaokê (sing along) e pratique na privacidade de sua casa (dá até mesmo para se vestir como a Meryl Streep no filme).
  2. Se você decidir que está pronto para ter aulas, procure um professor – lojas de instrumentos geralmente têm boas indicações de profissionais da área.
  3. Se decidir se juntar a um coral, grupos religiosos geralmente oferecem essa opção. Busque anúncios também em sites e em cadernos culturais do jornal de sua cidade.
  4. Cantar produz endorfina, a mesma substância que o faz se sentir bem comendo chocolate. Cantar, no entanto, é menos calórico.
  5. Cantar o deixa mais bonito. A atividade melhora sua postura e o faz exercitar os músculos de sua barriga.
  6. Cantar é um jeito incrível de malhar, afinal é um exercício aeróbico, que aumenta o nível de oxigênio em seu sangue.
  7. É muito difícil cantar e se preocupar com o trabalho ao mesmo tempo. Cantar reduz o stress e os níveis de pressão sangúinea.
  8. Corais são ótimos lugares para se conhecer pessoas. Alguns são formados de casais que se conheceram cantando. [Telegraph]
http://hypescience.com/por-que-cantar-deixa-voce-mais-feliz/

Cantar pode acalmar as pessoas e baixar a pressão arterial

  em 9.05.2011 as 20:02
Tá nervoso? Não precisa ir pescar. Tente cantar, e isso já deve espantar seus problemas. A conclusão veio da história encantadora de uma mulher de 76 anos, da República Dominicana. Ela, que tinha uma história de 15 anos de artrose nos dois joelhos, tinha sido aceita em um programa filantrópico americano que proporciona cirurgias de graça a pacientes dominicanos.
A mulher foi internada no Hospital General de la Plaza, de Santo Domingo, para a substituição total de ambas as articulações dos joelhos em março passado. A pressão sanguínea da paciente na sua admissão era de 160/90 mmHg, controlada por sua medicação habitual.
Entretanto, dois dias depois, na manhã da cirurgia, sua pressão arterial subiu rapidamente para 240/120 mmHg, enquanto ela esperava na área pré-operatória. A equipe de anestesia a enviou de volta para o quarto, para controle da pressão arterial, e adiou a cirurgia até a manhã seguinte.
Embora os médicos tenham começado imediatamente a dar-lhe doses adicionais de medicamentos anti-hipertensivos, sua pressão sistólica ficou em 200 mmHg. Com um clima tenso no quarto da paciente e o tempo a esgotar-se antes que a equipe americana deixasse o país, ela, preocupada, perguntou se podia cantar.
Começou suavemente e foi aumentando o volume e a paixão a cada canção. Acabou cantando seis músicas religiosas, que invocavam Jesus, Deus e o Salvador para proteger os inocentes e o mal, trazer a paz, e fazer a verdade se espalhar e curar as almas.
Depois de duas músicas, os médicos notaram que a sua pressão arterial caiu para 180/90 mmHg. Algumas canções depois, sua pressão sistólica baixou ainda mais. As pressões mais baixas continuaram por várias depois.
No momento em que ela começou a cantar, os médicos já perceberam que a mulher parecia muito mais calma, e que suas expressões faciais e linguagem corporal relaxantes refletiram na sua pressão arterial.
Assim, naquela noite, os médicos lhe deram ordens para cantar, se necessário, a qualquer momento, o que ela fez várias vezes. Na manhã seguinte, ela foi liberada para a cirurgia e sua operação foi um sucesso, sem complicações ou dificuldades pós-operatórias com relação à pressão arterial.
Conclusão: cantar músicas reconfortantes pode abaixar a pressão.
Essa não é a primeira vez que os cientistas observam o impacto da música na saúde. Pelo menos nove outros estudos já demonstraram os efeitos positivos da musicoterapia em ansiedade pré-operatória e gestão de pressão arterial. Um deles descobriu que ouvir música era tão eficaz quanto à prescrição de medicamentos benzodiazepínicos para reduzir a pressão arterial antes da cirurgia.
Talvez cantar não funcione para todo mundo, mas certamente vale a pena tentar: é seguro, de graça e agradável. Certamente existe uma música que lhe acalma, não? [MSN]

http://hypescience.com/cantar-pode-acalmar-as-pessoas-e-baixar-a-pressao-arterial/

Comer mais proteínas e menos carboidratos ajuda a manter o peso

Por em 28.11.2010 as 12:15
Segundo um novo estudo, comer mais proteínas e menos carboidratos refinados ajuda a manter o peso.
Os participantes do estudo foram divididos em grupos alimentares de variadas quantidades de proteína, uma quantidade moderada de gordura, e diferentes quantidades de carboidratos, classificados como de alto ou baixo índice glicêmico, uma medida que indica quão rápido um alimento é convertido em açúcar no sangue.
Os resultados da pesquisa mostram que, entre homens e mulheres que perderam pelo menos 8% do seu peso em uma dieta de baixa caloria, aqueles que passaram os próximos seis meses seguindo uma dieta de manutenção rica em proteínas e pobre em carboidratos refinados foram os menos prováveis a ganhar qualquer peso novamente, e também foram os menos propensos a abandonar o estudo.
Os pesquisadores alertam que ainda não é possível afirmar que as descobertas do estudo podem ser transformadas em conselhos dietéticos para uma utilização mais ampla, porque o índice glicêmico não é uma ferramenta fácil e simples de usar. A maioria das pessoas talvez não consiga.
O índice glicêmico (IG) foi originalmente desenvolvido para o uso dos diabéticos, e indica a rapidez com que a glicose atinge seu pico no sangue depois que uma pessoa come um determinado alimento. Alimentos de alto IG, como o pão branco, produzem um rápido pico de glicose no sangue, enquanto alimentos de baixo índice glicêmico, como pães integrais, causam um aumento mais lento do açúcar no sangue, que dura um período de tempo maior. A maioria dos rótulos de alimentos não indica o IG de um alimento, nem há informação adequada sobre isso na internet.
Participaram do estudo 773 homens e mulheres e suas famílias, em oito diferentes países da Europa Ocidental. As famílias foram distribuídas aleatoriamente em uma das cinco diferentes dietas de manutenção de peso por 26 semanas. Nenhuma caloria era restrita, mas quatro das dietas ditavam a proporção de proteínas, gorduras e carboidratos refinados que deveriam fazer parte da alimentação diária.
Um grupo sem restrição alimentar serviu como controle, e o resto foi designado para comer ou uma dieta de baixa proteína e baixo IG; ou uma dieta de baixa proteína e alto IG; ou uma dieta de alta proteína e baixo IG; ou, por fim, uma dieta de alta proteína e alto IG.
Nos grupos de baixa proteína, as pessoas consumiram 13% das calorias em proteína. Nos grupos de alta proteína, 25% da energia total consumida foi de proteína. Pessoas em todos os grupos puderam comer o quanto quisessem.
61% dos adultos (548 pessoas) concluíram o estudo. Enquanto cerca de 26% das pessoas do grupo de alta proteína ou do grupo de baixo IG abandonaram o estudo, 37% das pessoas do grupo de baixa proteína ou alto IG abandonaram.
Entre os que completaram o estudo, apenas aqueles que comeram a dieta de baixa proteína e alto IG ganharam uma quantidade significativa de peso (1,67 kg, em média). Quando os pesquisadores analisaram separadamente as pessoas nos grupos de dieta de alta proteína, eles descobriram que essas pessoas ganharam cerca de um quilo menos do que aqueles nos grupos de baixa proteína. O mesmo foi verdade para o baixo IG versus grupos de alto IG.
Alimentos com baixo IG, portanto, podem ser uma solução. Mas os pesquisadores sugerem que as pessoas usem o bom senso na aplicação do princípio do baixo índice glicêmico. O chocolate de avelã Nutella, por exemplo, tem um IG mais baixo do que cenoura cozida, embora, obviamente, não seja um alimento mais saudável. Segundo eles, as pessoas devem usar o conceito de IG nos grupos de alimentos mais saudáveis, por exemplo, escolher pães integrais ao invés de pão branco, ou arroz integral e não branco.
A pesquisa pode ser muito útil a sociedade. Enquanto muitas pessoas conseguem emagrecer, o desafio maior continua sendo manter o peso, e não engordar novamente. O fato de que as dietas de alta proteína e baixo IG foram mais bem-sucedidas sugere que manter o peso pode ser mais fácil do que se pensava.
Assim, pode não ser tanto uma questão de força de vontade, e sim de saber a dieta certa. Segundo os pesquisadores, as pessoas podem tentar isso em casa. Adicionar uma porção de nozes e feijão à dieta todos os dias, bem como cortar os grãos refinados, é a melhor escolha. Isso irá produzir, pelo menos, uma mudança de hábitos alimentares do mesmo nível obtido no estudo. Se todos cortassem duas porções de cereais refinados e os substituíssem por uma porção de nozes e feijão, o impacto na saúde pública seria potencialmente enorme. [Reuters]

Cereais integrais diminuem os pneuzinhos

Por em 25.10.2010 as 18:12
Se você quer perder a gordurinha localizada no abdômen e nenhum abdominal do mundo consegue ajudá-lo, um novo estudo pode ter uma solução. Segundo a pesquisa, comer grãos integrais ao invés de grãos refinados pode ajudar a queimar esses pneuzinhos.
Para efeito de comparação, uma fatia de pão integral ou meia xícara de farinha de aveia constitui uma porção de cereais integrais, e uma fatia de pão branco ou meia xícara de arroz branco representa uma porção de cereais refinados.
O estudo envolveu 2.834 homens e mulheres, entre 32 e 83 anos. Os participantes preencheram um questionário sobre sua dieta e foram submetidos a exames para determinar suas distribuições de gordura. Os pesquisadores mediram a quantidade de gordura em torno da barriga, chamada de gordura visceral, e a gordura encontrada em outras partes do corpo sob a pele, conhecida como gordura subcutânea.
A gordura visceral é considerada pior do que a gordura subcutânea. Pesquisas anteriores relacionaram a gordura da barriga com o desenvolvimento da síndrome metabólica, um conjunto de sintomas que incluem hipertensão, níveis de mau colesterol e resistência à insulina, e que podem evoluir para doença cardiovascular ou diabetes tipo 2.
As conclusões da pesquisa indicam que adultos que comem três ou mais porções de grãos integrais por dia, e limitam a ingestão de cereais refinados a menos de uma dose por dia, têm 10% menos gordura na barriga do que aqueles que não seguem esta dieta.
Os resultados se mantiveram iguais mesmo após os pesquisadores considerarem outros fatores que poderiam influenciar a conclusão, tais como tabagismo, ingestão de álcool, ingestão de frutas e vegetais, percentual de calorias provenientes de gordura e atividade física.
No entanto, comer bastante grãos integrais não surte os mesmos benefícios em pessoas que também consumem uma grande quantidade de grãos refinados. Aqueles que consumiam mais de quatro porções de grãos refinados por dia não apresentaram melhora em seus volumes de gordura visceral, mesmo que também consumissem cereais integrais.
O que o estudo mostra é que é importante fazer substituições na dieta, ao invés de simplesmente adicionar alimentos de grãos integrais. Por exemplo, escolher cozinhar arroz integral ao invés de branco, ou fazer um sanduíche com pão integral, em vez de pão branco.
Ainda assim, os pesquisadores alertam que esse é o único estudo que mostra a associação dos cereais integrais com o emagrecimento, e que pesquisas futuras mais diversificadas e abrangentes são necessárias para confirmar as descobertas. [LiveScience]

Que tipo de padrão alimentar é o seu? Conheça o mais saudável e os com maior risco de morte

Por em 21.07.2011 as 20:00 
 
Um estudo que durou dez anos descobriu dois padrões alimentares específicos que aumentam o risco de morte em adultos mais velhos.

Os pesquisadores monitoraram os hábitos alimentares de 2.582 adultos com idades entre 70 a 79 anos. Eles diminuíram as dietas a seis padrões: Alimentos Saudáveis; Produtos Gordurosos; Doces e Sobremesas; Carnes, Frituras e Álcool; Cereais Matinais e Grãos Refinados.

Num geral, comparado a pessoas que comem alimentos saudáveis, homens e mulheres nos seus 70 anos que comem alimentos com alto teor de gordura ou muitos doces e sobremesas têm um risco de morte 40% maior. 

Mesmo após o ajuste para fatores de risco como sexo, idade, raça, educação, atividade física, tabagismo e consumo calórico total, os padrões alimentares “Produtos Gordurosos” e “Doces e Sobremesas” ainda mostraram um maior risco de mortalidade do que o padrão de alimentos saudáveis.

O nome do grupo normalmente tem a ver com a quantidade de calorias ingerida de apenas um grupo de alimentos. O grupo “Doces e Sobremesas” tira 25,8% de sua energia total de doces. O “Grãos Refinados” tira 24,6% de sua energia total de grãos refinados. O grupo de “Cereais Matinais” tira 19,3% de sua energia total de cereais, e o grupo “Produtos gordurosos” tira 17,1% de sua energia total de alimentos lácteos com alto teor de gordura.

Os seis padrões de consumo alimentar são:
“Alimentos Saudáveis”: maior consumo de produtos lácteos com baixo teor de gordura, frutas, grãos integrais, peixe, aves e legumes. Menor consumo de carnes, frituras, doces, bebidas energéticas e gordura.

“Produtos Gordurosos”: maior consumo de sorvete, queijo, e 2% de leite e iogurte. Menor consumo de aves, produtos lácteos com baixo teor de gordura, arroz e macarrão.

“Doces e Sobremesas”: maior ingestão de donuts, bolos, biscoitos, pudim, chocolate, doces. Baixo consumo de frutas, peixes, outros frutos do mar e vegetais verdes escuros.

“Carne, Frituras e Álcool”: maior consumo de cerveja, licor, frango frito, maionese, molhos/salada, bebidas de alta densidade energética, nozes, salgadinhos, arroz, massa e gordura. Baixa ingestão de produtos lácteos com baixo teor de gordura, fibra de cereais matinais, farelo e outros cereais matinais.
“Cereais Matinais”: maior ingestão de fibra, farelo e outros cereais. Baixa ingestão de nozes, grãos refinados, vegetais amarelos escuros, e vegetais verdes escuros.

“Grãos Refinados”: maior consumo de cereais refinados (como panquecas, waffles, pães, bolos, e aveia) e carne processada (como bacon, salsicha, presunto). Baixo consumo de bebidas alcoólicas, cereais matinais e grãos integrais.[WebMD]


Calculadora de IMC online



quinta-feira, 14 de março de 2013

Siga as dicas para correr na rua sem lesões e com melhores resultados

Evitar o trânsito e prestar atenção nos obstáculos deixa o treino mais efetivo

Por Carolina Gonçalves - atualizado em 27/02/2013

Tênis calçados, fones nos ouvidos e muita disposição. É assim que a maioria dos corredores inicia o seu dia. Seja na rua ou na academia, a corrida é um dos esportes mais democráticos e fáceis de praticar, desde que os limites do atleta sejam respeitados. Para aqueles que optaram por montar seu trajeto de corrida na rua, os especialistas afirmam que alguns pontos devem ser levados em conta. "Qualquer obstáculo ou escolha mal pensada no trajeto pode afetar o rendimento do treino e até aumentar o risco de lesões", afirma o personal trainer Guto Ferrari, coordenador de corrida da academia Velox Fitness, no Rio de Janeiro. Veja como correr na rua sem sofrer riscos: 

Cuidado com pistas entre montanhas

Caminhos ou pistas localizadas entre montanha ou montes tem uma circulação de ar e umidade reduzida, o que inicialmente dificulta o rendimento do treino. "Por outro lado, isso estimula o aumento de hemácias, que são as células responsáveis por transportar oxigênio, o que aumentaria a eficiência do treino", diz o personal trainer Guto Ferrari, coordenador de corrida da academia Velox Fitness. "No entanto, essa é uma adaptação a médio e longo prazo, e treinar esporadicamente neste ambiente apenas dificultará a performance."

mulher correndo na rua - Foto Getty Images

Leve em conta o trânsito

Não é a toa que é mais agradável treinar em áreas arborizadas. Afinal, em locais de trânsito intenso o ar é mais poluído, fator que pode dificultar a respiração e prejudicar o desempenho. ?Entretanto, é mais importante treinar nestas condições do que não treinar?, afirma Gurto Ferrari. Por isso, procure trajetos que tenham muitas árvores e evite ao máximo o trânsito, mas caso não seja possível fugir dos carros em determinados horários treine mesmo assim.
detalhe dos pés de uma mulher correndo - Foto Getty Images

Analise o tipo de piso

Concreto, asfalto, grama ou areia são pisos muito distintos, que oferecem diferentes vantagens e desvantagens para o treino. Segundo o professor de corrida Carlos Santana, da Cia. Athletica de Brasília, a grama ou terra batida, por exemplo, absorvem o impacto e são indicados para treinos contínuos, já o asfalto é mais concentrado, ideal para treinos de tiro ou de ritmo. "O concreto é o piso menos recomendado, pois é muito sólido, prejudicando assim na absorção do impacto", afirma. "Outra opção é treinar na areia, que exige mais força e resistência, pelo fato de ela ser mais fofa que os outros terrenos", completa. Se você tiver dúvidas quanto ao melhor tipo de terreno para o seu treino, converse com um especialista.
rua movimentada - Foto Getty Images

Evite locais muito movimentados

"A intensidade e velocidade da corrida são a chave do treino, e correr em uma área movimentada pode atrapalhar bastante esse desenvolvimento", afirma Guto Ferrari. Além disso, desviar de pessoas ou até mesmo desacelerar bruscamente pode levar o corredor a se lesionar. "Quando o espaço está livre, você pode correr tranquilamente e manter o seu ritmo, sem ter que mudar de direção ou desacelerar", completa o professor Carlos.
mulher subindo escadas - Foto Getty Images

Inclua subidas e descidas no trajeto

Ao escolher o seu trajeto para corrida, leve em conta a presença de subidas e descidas, como ladeiras ou até mesmo escadas no meio do caminho. "Quando se treina na ladeira, o corredor fica mais resistente, pois o gasto energético é maior, as pernas ficam mais fortes, as passadas mais firmes e a movimentação dos braços mais coordenada", diz o professor Carlos. No entanto, cuidado: inclinações excessivas devem ser evitadas, pois aumentam a sobrecarga e aumentam o risco de lesões. "Deve-se também evitar a corrida em descidas, porque o impacto sobre as articulações é maior."
casal correndo em uma pista com curvas - Foto Getty Images

Sinuosidade da pista

As curvas frequentes no trajeto fazem com que o corredor ganhe mais equilíbrio, já que as mudanças constantes no centro de gravidade exigem alterações posturais durante a corrida. "Este quadro pode ser benéfico para a propriocepção do corredor, além de recrutar musculaturas pouco solicitadas nas corridas em linha reta", diz o personal Guto.

Mapeie os obstáculos

Quando montar o seu trajeto de corrida, preste atenção na quantidade de postes, semáforos, rachaduras e buracos no solo e outros obstáculos urbanos que possam interferir no seu treino. "É fundamental levar esses empecilhos em conta, pois uma distração pode levar a uma queda, uma torção de tornozelo, dentre outras lesões", afirma Carlos Santana. "Por melhor que seja o treino e condicionamento no corredor, esse tipo de percurso pode interferir - e muito - no resultado do treino." 


 

Compare a corrida em esteira e na rua e escolha a que mais se encaixa aos seus objetivos

Emagrecer ou correr uma prova completa pedem treinos diferentes

Por Minha Vida - atualizado em 16/08/2012

A escolha pela corrida na esteira ou na rua implica na avaliação de critérios que vão além da definição do espaço. Apesar dos movimentos serem idênticos em ambos os lugares, as condições específicas de rua e esteira chegam a dar impressão de que se tratam de esportes diferentes. Tanto é que quem corre na esteira pode não conseguir se desenvolver bem na pista, e vice-versa. 

 A esteira é uma manta de rodagem com velocidade constante, rodando sem parar sob seus pés. Por isso que, para correr mais rápido em uma esteira, o aluno inconscientemente começa a correr para cima, e não para frente como seria o correto. Dessa forma, o atleta tende a aumentar somente o que chamamos de tempo de voo (tempo entre uma pisada e outra na esteira).

 Mas vale lembrar que a esteira é uma ótima pedida para treinar. Aquece o corpo quando o clima está frio ou quando o aluno está se recuperando de alguma lesão e precisa de um ritmo lento e constante para que o corpo volte a se acostumar com o esporte. Neste último caso, é importante verificar se o aparelho conta com um bom sistema de amortecimento, poupando a articulações.
Mulher correndo
Já a rua é composta por diferentes pisos e fatores externos que interferem no desempenho. A variação nos calçamento exige atenção: o asfalto gera maior impacto nas articulações, mas traz uma resposta mais rápida em termos de velocidade. Correr na terra, na areia batida ou na grama é indicado para quem busca mais amortecimento do impacto. Além disso, esses terrenos trabalham mais equilíbrio, coordenação motora e propriocepção - capacidade de reconhecer a sua resposta corporal a estímulos externos, testando os limites do corpo. 

Combine as atividades

Um treino ideal deve combinar as duas versões, trabalhando na mesma medida todas as habilidades e garantindo a evolução integral do corredor. Mas, melhor do que ficar parado, é experimentar a opção que você mais gostar ou for mais fácil para você. A esteira é mais prática para muita gente. Não tem problema com chuva e o piso é mais plano e seguro. Mas note que, se há intenção em participar de competições, os treinos ao ar livre são indispensáveis para se adaptar e ter certeza do seu nível de rendimento.

Gasto calórico

Com relação ao gasto calórico, não se abale só por isso. A intensidade e a frequência dos treinos interferem bem mais na queima de calorias do que o piso onde você corre. Uma dica para simular alguma resistência do ar na esteira e equilibrar a postura é colocar uma leve inclinação de 0,5% nos treinos. Tome cuidado com o incremento de inclinações maiores que essa, que podem forçar demais as articulações e sobrecarregar sua coluna.






domingo, 10 de março de 2013

Leve seu filho ao hortifruti!

Insira hábitos saudáveis na vida do seu filho. (Foto: Thinkstock)Oi, gente!
Sei que o que vou propor aqui hoje pode ser encarado por muita gente como uma maluquice, principalmente pelos que não sabem dizer não aos pedidos dos filhos na hora das compras. Não é meu caso, por isso resolvi dividir com vocês a dica que recebi de um médico quando perguntei o que os pais podem fazer quando as crianças só querem saber de doces e fast food: leve seu filho ao hortifruti, ao sacolão!
Eu explico: de acordo com esse especialista, ao ver as frutas, verduras e legumes de diversas cores e formas, as crianças podem ter seu interesse despertado. Ou seja, a ideia é aproveitar o passeio para mostrar a criança alimentos que ela normalmente recusa e, ao chegar em casa, prepará-los e incentivar o pequeno a experimentar.
Essa dica só vale se os pais entrarem na onda. Nada de fazer vagem para o seu filho e comer pizza no jantar. O exemplo, como já disse aqui várias vezes, é super importante.
Claro que a criança (e nós adultos também) tem direito de comer um sanduíche, batata frita ou pizza de vez em quando.
Na minha casa, faço pequenas trocas. Se comer o brócolis todo (eu chamo de arvorezinha e minha filha ama o nome e a associação que faz com árvores de verdade!) pode comer uma balinha depois do almoço. Se comer toda abobrinha, pode comer batatinha no fim de semana. É certo? Talvez não. Mas, ultimamente tem dado resultado na minha casa. Nina e Maitê, minhas filhas, crescem saudáveis e lindas. E não é isso que importa?
Beijos,
Pati

Dicas Interessantes para viver bem:

 
1-Falar o mínimo possível sobre a vida particular,
2-Não falar da vida dos outros,
3-Prosseguir sempre,regredir NUNCA,
4-Perdoar,
5-Ter fé,
6-Relaxe ouvindo uma música ou meditando,
7-Cuide da pele toda,
8-Pinte cerâmica ou tecido,
9-Pense sempre positivo,
10-Beba muita água,
11-Brinque com os filhos,
12-Pare de se comparar com os outros,
13-Pratique um esporte,
14-Aprenda de uma vez a dizer não,
15-Estabeleça metas,
16-Vá ver as vitrines das lojas,
17-Reserve um dia da semana pra cuidar de você,
18-Não ligue para o que os outros dizem,viva e seja feliz,
19-Invista em você,
20-Cultive o bom humor,
21-Comtemple o entardecer,o céu,a lua,
21-Saia sozinha com as aimgas(os),
22-Reze,
23-Escreva um diário,
24-Repita essa frase:EU SOU FELIZ!!!
25-Encha a casa de flores,
26-Leia um bom livro,
27-Perdoe e ESQUEÇA,
28-CANTE NO BANHEIRO,
29-NÃO TENHA MEDO DE SER feliz,
E lembre-se,devo preocupar com as pequenas coisas,o resto é problema de outro...
 

sábado, 9 de março de 2013

Como funciona a Dieta do Mediterrâneo?

Dieta do MediterrâneoDieta do Mediterrâneo

Dieta é baseada na alimentação dos países que formam a região do mediterrâneo como Itália, Espanha, Grécia, Egito, Líbia, Marrocos, Turquia e Líbano, países banhados pelo mar Mediterrâneo.

Embora esses países sejam diferentes em relação à cultura, religião e política, compartilham muitas semelhanças, como o clima, temperatura e solo que influenciam na agricultura e, consequentemente, nos costumes alimentares da população dessa região.

O cardápio mediterrâneo se caracteriza pela riqueza do consumo de frutas, hortaliças (verduras e legumes), cereais, leguminosas (grão-de-bico, lentilha), oleaginosas (amêndoas, azeitonas, nozes), peixes, leite e derivados (iogurte, queijos), vinho, azeite de oliva e uma enorme variedade de ervas de cheiro, que dão cor e sabor especiais a esta culinária. Além disso, é caracterizado por um baixo consumo de carnes vermelhas, gorduras de origem animal, produtos industrializados e doces, alimentos ricos em gordura e açúcar.

Para seguir a dieta é simples, recomenda-se adotar os mesmos hábitos alimentares dessa população. Incluindo em suas refeições os seguintes alimentos:

Frutas e hortaliças:Esses alimentos possuemgrande quantidade de vitaminas, minerais, fibras e antioxidantes que iram ajudar a prevenir o câncer.

Cereais:Fontes de carboidratos fornecem energia para o nosso organismo. Os cereais integrais, além de fornecer energia, também são fontes de fibras, nutrientes, minerais (zinco, fósforo, magnésio), vitaminas e energia.

Leguminosas:São fundamentais para uma alimentação saudável, possuem fibras e proteínas vegetais, por isso, o consumo regular combate a constipação, evitando o câncer de intestino e diminuem o nível do colesterol ruim (LDL) prevenindo o aparecimento das doenças cardiovasculares.

Oleaginosas: Fornecem as gorduras boas (mono e polinsaturadas), que ajudam a reduzir o colesterol. Possuem Vitamina E e Selênio, que apresentam importante ação antioxidante.

Peixes:Ricos em ácidos graxos ômega – 3, proporcionados à nossa saúde diversos benefícios, como: diminuição dos riscos de doenças cardiovasculares e acidente vascular cerebral, redução da pressão arterial, ação anti-inflamatória, diminuição das taxas de triglicérides e colesterol total no sangue.

Leite e derivados:São fontes de cálcio que contribui para a prevenção da osteoporose.


Vinho tinto:Possui em sua composição uma alta quantidade de flavonóides (antioxidantes), o vinho tinto evita a formação de placas de gorduras na parte interna dos vasos sanguíneos, assim, diminui o risco de doenças cardiovasculares.

Azeite de oliva: É rico em ácido graxo monoinsaturado, que auxilia no aumento do colesterol "bom" (HDL), favorecendo nosso coração.

Vantagens da Dieta do Mediterrâneo

A dieta mediterrânea possui alimentos fontes de vitaminas, minerais, ácidos graxos mono e poli-insaturados, fibras e antioxidantes. Além disso, possui como vantagem o baixo consumo de alimentos ricos em gordura saturada, como as carnes vermelhas e produtos lácteos gordurosos. Diminuindo assim, o risco de doenças crônicas não transmissíveis, aumentando a longevidade.

Desvantagens da Dieta do Mediterrâneo

Uma das únicas desvantagens apontadas na dieta do mediterrâneo está relacionada à ingestão do vinho. O vinho deve ser consumido com moderação, não ultrapassando uma taça ao dia.
Dieta do Mediterrâneo x Dieta e Saúde

Dieta do Mediterrâneo Dieta e Saúde
Aprenderei a me alimentar corretamente? A rotina alimentar desta dieta é baseada na alimentação da região mediterrânea com alto consumo de frutas, verduras e legumes, cereais, leguminosas, oleaginosas, peixes e vinhos, visando, uma alimentação equilibrada. Com a reeducação alimentar proposta pelo Dieta e Saúde, você aprende a fazer as melhores escolhas e que ter uma alimentação variada é fundamental para emagrecer com saúde e para se manter em forma por muito mais tempo.
É fácil de seguir? Para seguir a Dieta do Mediterrâneo você deve incluir em seu cardápio os alimentos que compõem a dieta. No entanto, você não irá aprender a quantidade ideal do consumo desses alimentos para ter uma alimentação realmente equilibrada Você aprende de forma mais fácil e natural a controlar sua alimentação, respeitando e adaptando a sua rotina. Sem mudanças radicais e proibições, o que garante um emagrecimento saudável e duradouro. Você reeduca de verdade sua alimentação porque consegue ver seus erros e seus acertos e esse aprendizado é a para a vida toda.
O que terei a minha disposição? Por mais que você tenha um lista com alimentos a serem consumidos para atingir uma alimentação equlibrada. Você não conta com ferramentas para te auxiliar no processo do emagrecimento e não consegue avaliar se está perdendo peso da maneira correta sem comprometer sua saúde. Diversas ferramentas que irão auxiliar no seu processo de emagrecimento. Por exemplo, o Contador de Pontos, a Análise Nutricional, a Comunidade e o Suporte Nutricional, assim você acompanha se está emagrecendo do jeito certo, ou seja, com saúde!.
Farei a dieta sozinho? Normalmente quando você faz uma dieta como a Dieta do Mediterrâneo, você lê o cardápio e as regras e faz tudo sozinho o que torna mais difícil se manter firme. Emagrecer na companhia de amigos é bem melhor, não é mesmo? No Dieta e Saúde você encontra a maior Comunidade online de emagrecimento do país. É um ótimo modo de compartilhar experiências e dicas com quem quer o mesmo que você: emagrecer! Mais de 250.000 pessoas já emagreceram com a nossa ajuda.
Quem irá me acompanhar? Embora, tenham diversos estudos científicos que comprovam os seus benefícios para a saúde, assim como a maioria das dietas, é normalmente feita sem o acompanhamento de profissionais para tirar suas dúvidas e oferecer orientação. Nossa Dieta dos Pontos é feita por pessoas para pessoas. Você poderá contar com nosso suporte via chat ou e-mail com especialistas nas áreas de nutrição e atividade física.
O que vou comer? Na Dieta do Mediterrâneo você come frutas, verduras e legumes, cereais, leguminosas, oleaginosas, peixes e vinhos. Nada de dar adeus aos seus pratos preferidos! Com a Dieta dos Pontos do Dieta e Saude você é quem decide o que vai comer. Por meio dos pontos dos alimentos, você saberá fazer sempre as melhores escolhas para sua saúde e seu emagrecimento.
 


sábado, 2 de março de 2013

Dieta mediterrânea reduz em 30% risco cardiovascular

Estudo recomenda alimentação rica em azeite de oliva, frutas secas, peixe, frutas frescas, vegetais e vinho

AFP

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Uma dieta mediterrânea, rica em azeite de oliva, frutas secas, peixe, frutas frescas, vegetais e vinho reduz em 30% o risco de uma pessoa sofrer doenças cardiovasculares, segundo o maior estudo sobre o tema publicado até hoje nos Estados Unidos.

A pesquisa clínica, que confirma as observações epidemiológicas anteriores, foi realizada na Espanha com 4.479 pessoas, homens e mulheres de 55 a 80 anos durante mais de cinco anos. Os resultados foram publicados na segunda-feira na edição online da revista científica New England Journal of Medicine.

"Comprovamos que uma dieta alimentar mediterrânea sem restrições quantitativas, completada com colheradas de azeite de oliva ou de frutas secas, reduz substancialmente o risco de crises cardíacas e acidentes vasculares cerebrais em pessoas que têm mais risco de desenvolver doenças cardiovasculares", escreveram os autores do estudo, dirigido pelo doutor Ramón Estruch, professor de medicina da Universidade de Barcelona.

Os participantes foram divididos em três grupos, um deles de controle. O primeiro grupo continuou uma dieta mediterrânea tradicional, com um consumo de ao menos quatro colheres de sopa de azeite de oliva no seu cotidiano. O segundo grupo, também submetido a uma dieta mediterrânea, deveria consumir cerca de 30 gramas de uma variedade de nozes, amêndoas e avelãs todos os dias, ao invés do azeite de oliva.

Os participantes destes dois grupos consumiram ao menos três porções de frutas e duas de verduras a cada dia. Eles tinham também que comer peixe três vezes por semana, evitar a carne vermelha e dar preferência à carne branca, como o frango. O grupo ainda deixou de consumir bolos ou alimentos industriais e limitou seu consumo de produtos lácteos ou carnes de porco processadas, como a salsicha. 
Aqueles habituados a beber vinho durante as refeições puderam tomar ao menos sete taças por semana.

Os pesquisadores observaram que os participantes que mantiveram a dieta mediterrânea ao medir o hidroxitirisol na urina, um marcador do consumo de azeite de oliva. Para as nozes e as amêndoas, determinaram o nível de ácido linoleico no sangue.

Os autores estimam que "os suplementos de azeite de oliva e de frutas secas explicam provavelmente a maior parte dos benefícios observados na dieta mediterrânea nos dois grupos".

Segundo eles, o estudo permite comparar os efeitos desta alimentação com a atual dieta ocidental.
 
 

Mulher perde 19 kg com cirurgia por hipnose

Técnica promete controlar ansiedade e fazer com que pacientes acreditem em balão imaginário no estômago

Terra

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Quem luta contra a balança sabe o quanto é difícil resistir a um bolo de chocolate durante a dieta ou comer salada em um jantar com os amigos. Para driblar a compulsão, uma técnica promete controlar a ansiedade dos pacientes e fazer com que eles acreditem na existência de um balão imaginário em seu estômago. O método é chamado de hipnoterapia cognitiva, e combina hipnose clínica, terapia comportamental e técnicas imaginárias.

“Meu trabalho é multidisciplinar, mas é importante que tenha um médico ou nutricionista para orientar. Essa técnica faz com que o paciente siga qualquer dieta a risca de faca. É um treinamento motivacional para que ele se visualize fazendo o que não consegue. Por exemplo, tem gente que adora chocolate e deixa de gostar depois do tratamento, ou quando é realizada a cirurgia imaginária do balão intragástrico, o paciente passa a acreditar que existe um espaço menor no estômago e  começa a comer menos”, explicou o psicólogo Benomy Silberfarb, autor do livro Hipnoterapia Cognitiva.

Foi o que aconteceu com a psicóloga Juliana Peronio, de 33 anos. Depois de tentar dietas milagrosas, sofrer efeito sanfona e apostar em lipoaspiração para se livrar dos 23 kg que ganhou durante a gravidez do filho, há 12 anos, ela decidiu fazer o tratamento por hipnose.  “Quando eu fiz lipo, meu médico disse que eu poderia perder até 5 kg, mas nunca conseguiria voltar ao mesmo corpo que tinha aos 25 anos”, contou.

Na época em que decidiu fazer o tratamento, ela tinha 73 kg distribuídos em 1,64m. “Eu já tinha ido a nutricionista, comido só salada, passado  fome, vivido a base de água e só conseguia perder um quilo por mês. Em junho desse ano, coloquei o balão (no tratamento por hipnose) e quatro meses depois tinha perdido 19 kg sem praticar exercícios. E o melhor é que eu como de tudo, mas em pequenas quantidades, várias vezes ao dia. Me sinto plenamente satisfeita”, disse. Com isso, Juliana passou de um manequim 42 para 34.

O caso de Juliana não é o único. Assim como ela, a designer Lisandra Sperb, de 44 anos, também teve sucesso com a técnica. Ela ganhou peso com a tireoide e não conseguia emagrecer. “Eu não me pesava, só via que o negócio estava feio e sabia que minhas roupas não serviam. Na época, eu ia a uma psiquiatra e ela me indicou o tratamento. Liguei para marcar no mesmo dia porque estava muito irritada comigo mesma”. Ela colocou o balão intragástrico em setembro de 2011 e conta que não se pesa, mas que percebe que emagreceu mais de 10 kg e se sente feliz com a nova forma.

Procedimento

Diferentemente do que muita gente pensa, a hipnose não acontece por magia, nem em estado de inconsciência. Pelo contrário, de acordo com Benomy, a técnica faz com que todos os sentidos fiquem mais aguçados. “Eu converso com o paciente e troco informações. Às vezes tenho que ir até a infância para descobrir o motivo da ansiedade. Se ele disser que quando apanhava, comia mais, a gente trabalha para mudar esse cenário”, detalha o psicólogo.

A princípio, o paciente passa por uma série de avaliações que mostram se ele é ou não suscetível a hipnose, já que o método só é aplicado e funciona em quem acredita nos resultados. Em seguida, são realizadas 10 sessões, com intervalo de uma semana entre elas, onde acontece um treinamento motivacional em uma conversa com o médico e o cérebro trabalha por repetição de estímulos. Assim, a mente passa a ver cenários diferentes, o que controla ansiedade e compulsão.

“Você ouve tudo e sabe tudo o que está acontecendo. Logo depois da primeira consulta, fui almoçar em um shopping antes de ir trabalhar, mas já não tive tanta vontade de comer. Controlei automaticamente e me dei conta só depois”, relembra Lisandra.

Na sessão em que é colocado o balão, que dura cerca de uma hora, há sons no consultório de batimentos cardíacos e enfermeiras trabalhando. Além disso, para intensificar o resultado, o paciente recebe um cd com a voz do médico repetindo frases de estímulo. “A hipnose é muito ligada entre  a minha relação com o paciente. Então quanto mais ouve a minha voz, mais ele entra em transe hipnótico”, afirma o especialista.

Em média, os pacientes que aplicam o balão eliminam 20 quilos em três meses. Após a fase de emagrecimento, é feita a manutenção, em que o intervalo das sessões é mensal. Vale lembrar que o procedimento não é invasivo e não existe dores e desconfortos causados pela hipnoterapia cognitiva.

Contraindicações

O mais importante para o procedimento dar resultado é o paciente não duvidar que pode alcançar a boa forma com a hipnose, mas não só. O método é contraindicado em casos de pacientes com transtornos mentais, como esquizofrenia, pessoas hiperativas ou com déficit de atenção e deficientes auditivos.

Além disso, só deve ser aplicado após os sete anos e, segundo o psicólogo, adolescentes são os que apresentam melhores resultados. “Pessoas entre 13 e 17 anos são as mais suscetíveis. Tenho que testar e perceber o quanto o paciente acredita no que eu estou falando”, afirma Benomy. "Caso haja confiança no tratamento, os resultados são garantidos".

Como três minutos de exercício por semana podem te deixar saudável


O conselho atual do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido é de que, a fim de permanecer saudável, adultos façam 150 minutos (duas horas e meia) de exercício moderado por semana, ou 75 minutos de exercício vigoroso. 
 
Por outro lado, um número crescente de estudos tem sugerido que os benefícios do exercício físico poderiam ser alcançados em muito menos tempo – com o que os cientistas chamam de “Treinamento Muito Intensivo” (High Intensive Training, ou HIT), uma combinação de rajadas muito curtas de alta intensidade de exercício.

Quão curtas? Apenas um minuto, três vezes por semana. 

Sim, você leu corretamente: três minutos, divididos em seis explosões de 30 segundos ao longo da semana, ou nove explosões de 20 segundos, podem lhe render os mesmos benefícios que horas de exercício físico moderado.

Pesquisas

Desde 2005, quando pesquisadores da Universidade McMaster, no Canadá, mencionaram pela primeira vez o HIT, com o nome de “sprint interval training”, os benefícios deste tipo de treinamento têm sido estudados.
Mais de uma dúzia de estudos publicados atestaram o HIT. Um deles, descrito no European Journal of Applied Physiology ano passado, sugeriu que o treinamento intensivo melhora substancialmente a condição cardiovascular e reduz os fatores de risco para diabetes tipo 2.
O pesquisador britânico Dr. Jamie Timmons, professor de biologia da Universidade de Loughborough, está na vanguarda da pesquisa em HIT, conduzindo um teste clínico com 300 voluntários com excesso de peso para ajudar a estabelecer seus benefícios.
Seus resultados podem, com o tempo, mudar fundamentalmente a recomendação de exercício dos governos em todo o mundo.

Funcionamento e eficácia

Como a HIT trabalha em favor da saúde? Ninguém sabe ao certo, ainda.
“Nós temos evidências independentes o suficiente, de laboratórios diferentes, para dizer que isso acontece. Agora estamos tentando estabelecer o porquê”, explica o Dr. Timmons.
Uma teoria é de que pode haver uma ligação entre as respostas hormonais aos exercícios curtos e intensos, e a regulamentação da comunicação entre os tecidos do fígado, músculo e gordura do corpo.
Outra hipótese é que HIT protege os vasos sanguíneos pequenos do corpo de altos níveis de glicose (que, com o tempo, levam à diabetes), porque as contrações musculares intensas são altamente eficientes em quebrar o armazenamento de glicose no músculo.
Por fim, uma ideia é a de que, porque o exercício de alta intensidade envia a sua pressão arterial lá para cima enquanto você o está fazendo, seu corpo se acostuma com a adrenalina que circula e você lida com isso melhor. Portanto, sua pressão arterial em repouso diminui, o que é extremamente benéfico.

Intenso mesmo

Quando falamos em exercício “intenso”, estamos falando de pedalar loucamente em uma bicicleta por alguns segundos, de forma que as demais pessoas olhem para você como se você fosse louco.
Embora você esteja se exercitando intensamente por apenas um minuto, a sessão de treinamento demora um pouco mais do que isso. Você começa andando de bicicleta muito lentamente por três minutos, depois pedala com força total por 30 segundos, mais três minutos muito devagar de novo, mais 30 segundos loucos e, finalmente, três minutos lentos para terminar. São 10 minutos no total, mas você só está realmente se exercitando 10% desse tempo.
A verdade é que 30 segundos parece uma eternidade quando se pedala muito forte. Manter os olhos fechados pode ajudar.
Quem não está acostumado a se exercitar deve se desgastar muito rapidamente. No começo, a intensidade pode até causar um espécie de “enjoo”. Mas a euforia no fim de cada sessão, por conta das endorfinas liberadas, deve fazer você se sentir bem por até duas ou três horas depois.[DailyMail]

sexta-feira, 1 de março de 2013

Boas festas: 7 fatos fascinantes sobre o Natal

 
 O Natal desse ano pode até ter acabado, mas a história dessa data nunca perde seu encanto.
Confira 7 curiosidades sobre o Natal e divida as histórias natalinas que você conhece conosco, nos comentários.
1. A data
Nos primeiros anos da Igreja o Natal não era celebrado da forma com que nós fazemos hoje, entre os dias 24 e 25 de dezembro. Antigamente o nascimento de Cristo não tinha data. Foi só no ano 200 d.C que foi convencionado que a data seria dia 20 de maio. Mas em 380 d.C a igreja romana, que desejava unir vários cultos pagãos à cristandade convencionou que o dia do natal seria 25 de dezembro, porque era o festival do nascimento do Sol em várias religiões pagãs. Até hoje ninguém sabe qual é a data correta do nascimento de Jesus.
2. O presépio
O presépio como o conhecemos hoje – aquela cena bonita com Maria e José ao redor de Jesus, os Reis Magos, os animais e o pastor – foi criado por São Francisco de Assis, no século XIII.
3. Presentes
Acredite ou não, os presentes de natal não são uma invenção capitalista, mas uma tradição que vem desde o tempo dos romanos. No fim de todos os anos, eles trocavam presentes no dia de Strenia, uma deusa pagã. Como, mesmo com a mudança de religião, o hábito não morreu, a troca de presentes continua até hoje, mas com um motivo diferente.
4. O Natal foi banido
Na Inglaterra o Natal foi banido pelo parlamento em 1644. O dia não deveria mais ser um feriado, as lojas deveriam abrir e todos os atos que lembrassem, minimamente, o natal eram desencorajados. Os puritanos da América do Norte, seguindo a onda da Reforma Protestante, também baniram o natal por alguns anos.
5. O Natal pode ser baseado em um mito pagão ou vice-versa
Muitas pessoas acreditam que toda a história do Natal é baseada em um personagem do paganismo chamado Mithras, o deus sol. Ele teria nascido em uma montanha, na mesma época que Jesus, e reis-pastores teriam sido atraídos pelo seu nascimento. Mas hoje não se sabe se esses pontos em comum foram copiados pelos cristãos ou “emprestados” da história cristã pelos pagãos.
6. Árvore de Natal
Jesus nasceu, então vamos colocar uma árvore na nossa sala? Não faz muito sentido, certo? A primeira associação de pinheiros com o natal vem de São Bonifácio, no século VII, quando ele cortou uma árvore dedicada a Thor para provar que o deus pagão não tinha poder. A tradição foi se modificando aos poucos e, no século XV, elas já tinham a configuração atual, sendo enfeitadas até com doces.
7. Papai Noel
Dizem que o papai Noel foi baseado no bispo da igreja São Nicolau. Ele nasceu no século III, na Turquia, e era conhecido por dar dinheiro e presentes aos mais pobres. [ListVerse]

http://hypescience.com/boas-festas-7-fatos-fascinantes-sobre-o-natal/

7 Motivos para culpar a cozinha por estar gorducho

  em 19.01.2010 as 13:43
jogos de cozinha
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A cozinha é o coração dos lares brasileiros. Toda a família se reúne nela e faz visitas constantes ao local. Mas você sabia que não é só a comida que sai da cozinha que pode influenciar seu peso? Tudo – desde o tamanho dos pratos até as lâmpadas – tem um efeito direto na quantidade de comida que você ingere.
Quer saber se a estrutura da cozinha está sabotando sua dieta? Confira a lista abaixo:
1. Pratos do tamanho de bandejas
Grande parte das pessoas enche o prato em cada refeição e tenta comer tudo o que está ali dentro. Sendo assim, não precisa ser um grande cientista para notar que quanto maior o prato que você usa, maior a quantidade de comida que você ingere. De acordo com pesquisas, os pratos cresceram em torno de 25% desde os anos 70. Estima-se que, se você comer em um prato com 5 cm a menos de diâmetro, você estará ingerindo 22% a menos de calorias. Você também pode alterar a maneira com que organiza o prato. Se você encher uma boa parte dele com uma salada volumosa terá uma refeição mais magra e saudável.
2. Seu estômago adora luz brilhante
Uma lâmpada de maior potência pode aumentar seus níveis de stress, estimulando seu apetite e fazendo você comer mais rápido. Mas deixar sua cozinha no escuro também não é a solução ideal. Você estará diminuindo suas inibições e comendo demais da mesma forma. Os cientistas estimam um número exato de watts que você deve usar na hora das refeições – 240 watts, no total, somando todas as lâmpadas do cômodo, oferecem a iluminação ideal. Outra dica é deixar a luz da cozinha desligada entre as refeições – seu subconsciente entende aquilo como um sinal de que a cozinha está fechada. Ou seja, vai ser mais difícil para você fazer aquele lanchinho nada saudável entre refeições.
3. Organize sua cozinha
A cozinha, por ser uma área comum para toda família, acaba sendo um dos lugares mais bagunçados da casa. Segundo os cientistas, um lugar bagunçado torna a alimentação saudável mais difícil. É muito mais fácil pegar um salgadinho se ele estiver em cima da mesa do que se estiver guardado na despensa, por exemplo. Além disso, a bagunça leva ao stress e, como já vimos, o stress faz com que você coma mais e mais rápido.
4. Copos largos
Pesquisas mostram que as pessoas tomam mais refrigerante quando se servem em copos baixos e largos do que copos altos e finos. Isso acontece porque nos concentramos na altura de uma bebida quando despejamos da garrafa para o copo. Sendo assim, copos mais altos dão a impressão de mais saciedade com menor quantidade – o que sempre é bom para quem está de dieta. E o ideal é trocar o refrigentamente açucarado pelo seu equivalente sem calorias.
5. Não compre os grandes pacotes econômicos
Sim, para suas contas, comprar aquele pacote enorme de batatas fritas do que vários pacotes pequenos é melhor. Mas isso não se aplica na sua dieta. Quanto mais comida estiver disponível em um mesmo recipiente, mais você comerá. A solução é que comprar aquele pacotão de bolachas e separá-los em vários pacotinhos, em casa mesmo. Assim você percebe se está ultrapassando ou não a quantidade ideal de comida mais facilmente.
6. Tire o chocolate de vista
Só ver aquela caixa de bombons em cima da geladeira já o deixa com fome, certo? Então tire tudo o que for tentador de sua vista. Ver comida deliciosa “disponível” faz com que seu organismo libere dopamina, o que pode causar uma vontade súbita de comer. A solução é guardar bem essas delícias e, de preferência, em lugares opacos, não em potes transparentes, onde você realmente não as veja.
7. Diga não para a TV na cozinha
Ter uma TV na cozinha ou levar seu laptop para lá só fazem com que você fique ainda mais tempo no lugar. E ficar ainda mais tempo na cozinha só pode significar uma coisa: você vai comer mais. Segundo um estudo recente, pessoas que comem vendo TV comem mais a cada refeição e fazem, em média, uma refeição a mais do que pessoas que comem longe do aparelho. Então, lugar de TV é na sala e da comida é na cozinha.
[Fonte: MSNBC]