OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:

Os textos a seguir são dirigidos principalmente ao público em geral e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes de cada assunto abordado. Eles não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores às informações aqui encontradas.

Mens sana in corpore sano ("uma mente sã num corpo são") é uma famosa citação latina, derivada da Sátira X do poeta romano Juvenal.


No contexto, a frase é parte da resposta do autor à questão sobre o que as pessoas deveriam desejar na vida (tradução livre):

Deve-se pedir em oração que a mente seja sã num corpo são.
Peça uma alma corajosa que careça do temor da morte,
que ponha a longevidade em último lugar entre as bênçãos da natureza,
que suporte qualquer tipo de labores,
desconheça a ira, nada cobice e creia mais
nos labores selvagens de Hércules do que
nas satisfações, nos banquetes e camas de plumas de um rei oriental.
Revelarei aquilo que podes dar a ti próprio;
Certamente, o único caminho de uma vida tranquila passa pela virtude.
orandum est ut sit mens sana in corpore sano.
fortem posce animum mortis terrore carentem,
qui spatium uitae extremum inter munera ponat
naturae, qui ferre queat quoscumque labores,
nesciat irasci, cupiat nihil et potiores
Herculis aerumnas credat saeuosque labores
et uenere et cenis et pluma Sardanapalli.
monstro quod ipse tibi possis dare; semita certe
tranquillae per uirtutem patet unica uitae.
(10.356-64)

A conotação satírica da frase, no sentido de que seria bom ter também uma mente sã num corpo são, é uma interpretação mais recente daquilo que Juvenal pretendeu exprimir. A intenção original do autor foi lembrar àqueles dentre os cidadãos romanos que faziam orações tolas que tudo que se deveria pedir numa oração era saúde física e espiritual. Com o tempo, a frase passou a ter uma gama de sentidos. Pode ser entendida como uma afirmação de que somente um corpo são pode produzir ou sustentar uma mente sã. Seu uso mais generalizado expressa o conceito de um equilíbrio saudável no modo de vida de uma pessoa.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mens_sana_in_corpore_sano


domingo, 23 de novembro de 2014

Estrelas que fazem a dieta

Os famosos que fazem a Dieta Nota 10
Elas são bonitas, famosas, bem sucedidas. Sabem muito bem a importância de estarem sempre em forma para aparecer nas telas, nas revistas, nas ruas. Pois elas fazem a Dieta Nota 10! Conheça algumas dessas estrelas.

William Bonner e Fátima Bernardes

william_fatimaFátima Bernardes, relembrando seus tempos de bailarina, surpreende quando conta que, em busca da magreza a qualquer custo, experimentou dietas de todos os tipos: a das sopas, a da proteína, dos sucos, do abacaxi. Qualquer coisa valia para manter o corpinho. Quando parou de dançar e assumiu a vida de jornalista, muita coisa mudou. 

Quando começou a Dieta Nota 10, estava com aqueles famosos “dois quilos a mais”, depois da gravidez dos trigêmeos.  Assim, aos poucos, embora sempre tenha tido a preocupação de ter uma alimentação correta, ela foi aprendendo a otimizar seu cardápio e a incluir o que gosta de comer, equilibradamente.

Passou a usar mais os alimentos de que sempre gostou e usava pouco, como a berinjela . “Agora é berinjela no forno, em conserva, na pizza ...” Ela conta que o marido, o jornalista William Bonner, também fez suas descobertas com o cardápio da dieta – descobriu, por exemplo, que o purê de abóbora pode substituir com vantagem o purê de batatas que tem nota altíssima. E assim passou a amar abóbora!
Fátima adora arroz com feijão e não gosta de ficar muito tempo sem comer, por isso sempre tem que incluir a possibilidade de lanchinhos na sua dieta. Também não abre mão do pãozinho sem miolo no café da manhã.  William era sedentário e não queria saber de malhação. Com o tempo, aprendeu a comer melhor e atualmente corre 10 km diariamente. Está hiper bem disposto e saudável .
Na família dos dois jornalistas, a dieta também ajudou os filhos a comerem melhor. Deixaram de fazer frituras e substituíram por outras formas de preparar os alimentos. O filé a parmegiana vai ao forno com molho de tomate e mussarela, mas sem a casquinha da fritura. A couve-flor que era à doré virou uma deliciosa couve-flor no forno com mostarda, cebola e orégano. Pelo perfume que se espalha pela casa as crianças aprenderam a chamar o prato de “couve-flor de pizza”. Para o casal, que no começo não hesitava em consultar a tabela das notas em pleno restaurante, de cardápio na mão, a dieta permite uma vida normal, com viagens, com festas, com dia a dia em família. Já tiveram fases de planejarem juntos o almoço para poderem comer pizza e tomar vinho no jantar. E continuaram a emagrecer. É possível conciliar tudo. E é possível, sim, perder os tais dois quilos que todas as mulheres têm a mais!

Carolina Dieckmann

carolina_2Carolina é adepta da Dieta Nota 10 há mais de 10 anos. Não é à toa que sempre que ilustra uma capa de revista (e ela vive nas capas das revistas!), o tema da chamada é o de sempre: o seu corpão. Mesmo nas (raras) ocasiões em que esteve mais cheinha – como após dar à luz o seu segundo filho, depois de uma gestação onde engordou cerca de 30 quilos – a atriz não se entregou: passado o tal período, emagrecia tudo de novo com a dieta. 

A prova disso é que ela ilustra tanto a capa do livro Dieta Nota 10, lançado em 2005, quanto a do livro Cardápios Nota 10, 5 anos depois.  E, em ambos, fala sobre como a dieta funciona bem para ela.  No primeiro livro, Carol deu o seguinte depoimento:

“Conheci o doutor Guilherme por intermédio de Daniela Escobar. Ia começar a interpretar a personagem Camila, da novela Laços de Família, e precisava emagrecer. Tenho 1,60m e meu peso ideal é 50 quilos. Naquela época pesava 57 quilos, em conseqüência do nascimento de meu filho. Em um mês, perdi cinco quilos e, no mês seguinte, os outros dois. Minha primeira surpresa ao conhecer o ‘Doc’, como gosto de chamá-lo, foi descobrir uma dieta que
me libertava das dietas, já que podia comer de tudo. 

A segunda, compreender que, na verdade, eu
não fazia regime, mas um aprendizado de como me alimentar de maneira correta.
Já chegara ao peso certo, 50 quilos, quando a Camila tornou-se portadora de leucemia. Eu precisava, fisicamente, representar aquele momento da personagem. Não apenas raspei os cabelos, procurei novamente o ‘Doc’. Queria perder mais peso, conservando a saúde. Na Dieta Nota 10, emagreço comendo 500 notas diárias e mantenho meu peso com 700. Naquele momento, porém, precisei exagerar. Com a supervisão do doutor Guilherme, passei a consumir 350 notas diárias, sem abandonar a lógica de ingerir todos os tipos de alimentos. Alface, por exemplo, é ‘grátis’. Eu comia 

— aliás, ainda como, sou doida por alface-americana — uma bandeja inteira. Em pouco menos de um mês perdi três quilos. Mantive a aparência tão saudável que, para gravar as cenas de hospital, precisava recorrer à maquilagem para ‘criar’ olheiras e palidez. Passava base na boca para ficar com aspecto doentio. É verdade que me sacrifiquei e, algumas vezes, senti-me fraca. Mas trabalhei feliz, pois conseguira um aspecto convincente para a Camila. Isso aconteceu há quase três anos. Nunca mais abandonei a Dieta Nota 10. Hoje, mantenho o peso com 700 notas diárias. Muitas vezes, decido comer brigadeiros o dia inteiro. Esbaldo-me e não engordo.

"O mais importante da dieta do doutor Guilherme é que ela não é um milagre, é um método que ensina as pessoas a raciocinarem. É uma espécie de vacina que impede a volta dos quilos desnecessários. Nunca mais deixei de avaliar quanto custa cada alimento. Escolho o que desejo comer e acho que a grande vantagem da Dieta Nota 10 é essa liberdade."
 
Consumo diariamente minhas 700 notas, é muita comida. Se, na hora de dormir, ainda não as completei, tomo um copo de Nescau. Aprendi que, se por algum motivo precisar emagrecer de novo, meu corpo reagirá mais rápido porque o mantenho funcionando com o número certo de calorias.Com a dieta, entendi o meu organismo. Hoje, a Dieta Nota 10 faz parte de mim. Instintivamente, como sabendo exatamente quantas notas estou gastando. Para manter o peso não faço sacrifícios, apenas penso. É simples assim.” 

No livro  "Cardápios Nota 10", novamente lá está Carolina, agora com uma história diferente da contada no primeiro  – ela havia acabado de perder os últimos do 30 quilos que ganhou na segunda gravidez . Uma história diferente, mas com o mesmo fim: o corpão nota 10. O trecho a seguir é parte de uma matéria sobre Carolina, feita pela revista Boa Forma em outubro de 2008, e cedido para o livro:
 "Na gravidez, Carolina aproveitou o momento longe dos holofotes para comer o que tinha vontade. Devorava tudo o que passava pela frente. ‘Enjoei muito. Fiquei desanimada e mal-humorada. E a comida era a parte boa. Além disso, acho uma sacanagem pensar em dieta nesta fase’, conta. Durante a amamentação, continuou com o mesmo apetite. ‘Comia um pote de canjica dia sim, dia não. E cerveja preta todos os dias. Eu queria ter leite’. Apesar de ter exagerado, perdeu 9 quilos no parto (bebê, placenta e líquidos) e 11 quilos nos 40 dias seguintes. Sobraram 9.5 quilos, ‘Continuei cheinha por um bom tempo’. Mas, sete meses depois, quando parou de amamentar, estipulou o prazo de dois meses para voltar aos antigos 50 quilos, peso que considera ideal para os seus 1,60m.  Por que a pressa? ‘Não via a hora de entrar de novo no jeans 36.’ Também precisava ficar pronta para encarar a surfista Susana de ‘Três irmãs’, novela da Globo. E conseguiu. Apareceu gatíssima na praia logo nos primeiros capítulos.

Dieta com chocolate
A primeira providencia foi procurar o endocrinologista Guilherme de Azevedo Ribeiro, criador da Dieta das Notas (ou Dieta Nota 10) – a mesma que ajudou Carolina a perder 10 quilos para fazer a Camila de Laços de Família (2000), que sofria de leucemia. E também para interpretar Márcia, uma roqueira lésbica do longa Onde andará Dulce Veiga? , seu primeiro trabalho no cinema. 'É uma dieta que tem uma proposta que acredito: emagrecer comendo tudo o que a gente gosta, desde que não ultrapasse, no meu caso, as 500 notas diárias (o equivalente a 1000 calorias)'. A atriz confessa que passou fome: ‘Sei que é errado. Mas várias vezes, extrapolei no chocolate, que eu amo. Daí sobravam poucas notas para as outras refeições’. Mesmo assim, funcionou: secou 5.5 quilos em um mês e os 4 restantes na seqüência. Agora, no peso certo, ela tem direito a mais notas, cerca de 700. Mas continua compensando o valor da pizza e do hamburger – outras duas paixões – para não voltar a engordar. 

“Quando chego ao Projac (centro de produção da Globo), e sinto o cheirinho de hambúrguer, não agüento. Peço para trazer um para mim. Para compensar, come coisas mais leves no jantar. O marido, que é todo saudável, dá uma força. ‘A noite, é ele quem manda no cardápio. Por isso tem muita verdura e legume no forno.’  Fruta? ‘Como apenas manga, banana, abacate e melancia. E só tomo suco de laranja-lima’.”
O cardápio da atriz
um dia com 500 notas
café da manhã (80 notas)
1 iogurte de frutas diet (30 notas)
4 fatias de peito de peru (50 notas)
almoço (120 notas)
1 filé médio de frango ( 50 notas)
2 colheres de sopa de arroz ( 35 notas)
2 colheres de sopa de feijão (35 notas)
couve-flor e brócolis no vapor (à vontade)
lanche (50 notas)
1 quiche pequena de legumes ( 50 notas)
chá diet (à vontade)
jantar (200 notas)
2 batatas médias cozidas (70 notas)
4 colheres de sopa de atum ( 100 notas)
salada de agrião com tomate ( à vontade)
4 colheres de sopa de palmito (15 notas)
4 colheres de sopa de vagem cozida (15 notas)
ceia (50 notas)
1 taça de sorvete diet (40 notas)
½ pires de chá de morangos (10 notas)

Patricia Poeta

Patricia Poeta"Gosto de dizer que emagreci comendo brigadeiro”, brinca a jornalista e apresentadora de televisão Patricia Poeta,  na edição 271 da revista Boa Forma. Ela conta que, durante o tempo em que morou em Nova York, ficou muito abaixo do peso e, ao voltar para o Brasil, acabou extrapolando, “animadíssima com a comida brasileira”. 

O ponteiro da balança foi implacável: quase 8 quilos a mais. Não que a comida brasileira tenha engordado Patricia; o que a fez ficar mais cheinha foi exatamente a sua “empolgação” com a nossa comida. Para a jornalista, o prazer de comer fala alto, e por isso dietas muito rigorosas e proibitivas não têm vez em sua rotina. São dietas fadadas ao fracasso...

“Não consigo seguir dietas restritivas, pois tenho muito prazer em comer e sinto falta de um docinho”, disse Patrícia em entrevista à revista Boa Forma.
Sendo assim, Patricia manteve em seu cardápio as delícias da boa mesa, mas sempre respeitando o limite de 600 notas diárias, ideais para seus 1,72m.  Hoje, está em fase de manutenção, o que permite 800 notas diárias – ou até mais, se consegue, em sua rotina agitada, tempo para fazer atividade física. Ao longo da semana, Patricia pode ser vista andando no calçadão do Leblon.
“Adotei a lei de compensação: tomo um prato de sopa de  legumes e como um grelhado com
salada, mas não deixo faltar sobremesa, seja brigadeiro, chocolate ou uma fatia de pavê.
Quando o assunto é doce, tudo agrada."
O cardápio da atriz
um dia com 600 notas
café da manhã
2 fatias de abacaxi (25 notas)
1 iogurte de frutas light (30 notas)
1 pão francês (sem miolo) (30 notas)
1 unidade de queijo pasteurizado light (15 notas)
lanche
1 copo grande de suco de frutas sem açúcar (300 ml) (50 notas)
almoço
1 file mignon médio grelhado (50 notas)
salada de alface (à vontade) com beterraba (2 col. sopa) e cenoura (2 col. sopa) (15 notas)
2 col. (sopa) de arroz (35 notas)
2 col. (sopa) de feijão (35 notas)
1 taça (pequena) de pudim diet (50 notas)
lanche
1 copo pequeno de suco de frutas sem açúcar (200 ml) (25 notas)
1 pão de queijo médio (40 g) (5 notas)
jantar
1 prato de sopa de legumes (15 notas)
1 file de peito de frango medio grelhado (50 notas)
1 batata media cozida (35 notas)
1 brigadeiro médio (50 notas)
ceia
1 fatia grande de melão (25 notas)
1 iogurte de frutas light (30 notas)

Daniela Escobar

daniela_1Uma das estrelas que ilustram a capa do livro Dieta Nota 10, Daniela Escobar até hoje surpreende pela capacidade de realizar com extraordinária determinação as mudanças físicas que sua profissão de atriz impõe. 

Adepta da dieta desde 2002, quando precisou perder vários quilos para interpretar o papel de uma refugiada judia, Daniela deu o seguinte depoimento para o primeiro livro escrito pelo Dr. Guilherme Ribeiro - depoimento que continua atualíssimo – basta ver a atriz nas telas e nas principais revistas até hoje.

“Tenho 1,70m e mantenho meu peso entre 55 e 57 quilos. Sempre me preocupei com a minha alimentação. Desde menina, só como o que não engorda e é saudável. Há mais de 10 anos tirei a gordura da minha vida. Por isto, meu peso oscila pouco. Dois ou três quilos a mais, perdidos antes com as dietas tradicionais, agora com a Dieta Nota 10. 

Ao me chamarem para interpretar a Bella Landau da minissérie Aquarela do Brasil, meu filho nascera e eu estava com cinco quilos extras. Seria impossível interpretar uma refugiada de campo de concentração com 60 quilos e bochechas rosadas. Aceitei o papel. Mas decidi que, por respeito ao povo judeu e para criar uma personagem verdadeira, não gravaria antes de perder muito peso. Refugiados de campos de concentração não tinham ar saudável e, ao compor a Bella, fiz questão de sublinhar esta triste realidade. Tantos artistas perdem e ganham peso para dar mais veracidade a seus papéis. Por que então eu não poderia fazer o mesmo?
"Perdi 15 quilos com a Dieta Nota 10, sob a supervisão do doutor Guilherme de Azevedo Ribeiro. Não passei fome e não me sacrifiquei em momento nenhum. Sou louca por doces, e podia comê-los."
Não abri mão do arroz com feijão, que também adoro. Aumentei a quantidade de legumes e verduras e adicionei às minhas refeições uma banana picadinha. Não só porque gosto, mas para ficar mais bem alimentada. Antes, não colocava banana na comida com medo das calorias. Voltei a comer um pouco de gordura e, enquanto perdia peso, não dispensei as batatas fritas quase diárias. Sentia-me muitíssimo bem e via meu peso ir embora. Emagreci sem notar porque a minha disposição e a minha energia aumentaram.
Quando comecei a ficar excessivamente magra — cheguei aos 45 quilos —, eu me olhava na cama e me assustava: parecia um ratinho. Ao mesmo tempo, sentia-me ótima e meus exames de sangue revelavam taxas surpreendentemente boas. Gravei a minissérie com um pique extraordinário. Apesar da aparência frágil e doente, mantive uma enorme disposição para fazer e refazer as cenas. Não me cansava e não me lembro de ter me sentido indisposta um dia sequer. Ao encerrar a gravação de Aquarela do Brasil, já sabia que, enquanto emagrecia, apenas me disciplinara e trocara o nocivo pelo saudável. Compreendi a Dieta Nota 10, que prefiro chamar de Dieta da Consciência ou da Inteligência. 

Adotei-a, ela me levou a entender o meu corpo. Queijos, por exemplo, me engordam. Se quero emagrecer um ou dois quilos, basta tirá-los do meu cardápio. Adoro sorvetes e não engordo se, diariamente, tomar um ou dois. Comer de tudo, com equilíbrio, é o segredo dessa dieta que, na verdade, não é dieta, é uma lógica. Não esqueço mais o ‘custo’ dos meus alimentos preferidos. Alimento-me normalmente, mas as notas sempre me vêm à cabeça. Administro meu cardápio, não sinto fome. A facilidade de comer o que quero, na hora em que sinto vontade, dá uma ótima sensação de liberdade. Infelizmente, sou gulosa. Mas, agora, mantenho o peso com facilidade, pois posso, sem culpa, exercitar a minha gulodice.  Depois que entendi a mecânica da Dieta Nota 10, vi o mundo de possibilidades que ela oferece. Enfim, encontrei um jeito feliz de comer o que quero e o de que gosto, sem engordar. É muito bom.”

Maria Maya 

maria_2Até 2003, Maria Maya era uma garota bonita, que se achava cheinha. Em 2004 esse pensamento já havia mudado, pois a balança não marcava mais os 58 kg de antigamente, e sim 8 quilos a menos, perdidos em 3 meses.  "Depois que a novela Chocolate com Pimenta terminou, decidi retomar a Dieta Nota 10, que eu já havia feito há tempos, com o endocrinologista Guilherme de Azevedo Ribeiro." O resultado, todo mundo viu na tela, na novela Senhora do Destino, na qual interpretou a sexy Regininha, madrinha de bateria de uma escola de samba. Para chegar no corpo que queria, Maria adotou a dieta, consumindo o equivalente a 500 notas por dia, quantidade indicada para sua altura. Ao chegar ao peso ideal, Maria passou para a etapa de manutenção, que dura até hoje.

“Se extrapolo num dia, seguro no outro. Aprendi até a comer ‘besteiras’ da forma correta. E isso sem prejudicar a saúde."
Voltando no tempo, Maria Maya lembra que começou a ficar descontente com sua silhueta na época em que passou a morar sozinha - o que aconteceu há 5 anos, quando tinha apenas 18: "No início, eu ingeria um monte de besteiras, principalmente refrigerantes. Só depois aprendi a cozinhar e a fazer pratos mais saudáveis. Agora consigo me virar muito bem sem ter que consumir itens como enlatados, por exemplo. E com a Dieta Nota 10 ficou ainda melhor, porque esse sistema ensina a perder peso comendo de tudo. Consumindo 500 notas por dia é possível reduzir 1 kg por semana, mas fui  além e eliminei 3 kg em 15 dias, totalizando 8 kg no final de três meses".

Maria Ribeiro

maria ribeiro“Conheci o Dr. Guilherme quando tinha 20 anos, ou seja, há  15 anos. Desde então, minha relação com a comida evoluiu bastante - embora, como toda mulher, ainda sofra quando estou 2 kg acima do meu peso ideal. Mas agora a tabela de notas faz parte do meu dia a dia, como também fazer exercício virou hábito. Acho que há dietas que se adequam melhor a cada tipo de pessoa, e eu encontrei a minha, comendo de tudo em pouca quantidade.”



quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Emagrecimento com a auto-hipnose



Este é o primeiro post dentro da categoria Corpo e vamos falar de um desejo da maioria das pessoas atualmente: o emagrecimento. Devido aos alimentos processados e à vida corrida de hoje em dia, as pessoas andam com cada vez menos tempo para se dedicarem à saúde, e ao corpo, ocasionando assim, um alto índice de obesidade.
Lembro quando eu estava no primário, no ginásio, sempre tinha um ou dois “gordinhos” na classe… ou gordinhas. Hoje em dia, é o contrário: geralmente as crianças magras são cada vez mais raras. Os pais costumam trabalhar fora e não podem acompanhar de perto a alimentação dos filhos, que acabam consumindo junk foods em grande quantidade, refrigerantes, etc. Outro problema do nosso mundo atual é que as crianças não brincam mais na rua, não correm, não andam de patins, de skate, como antigamente. Deixar as crianças na rua é sempre perigoso, principalmente num país como o nosso, em que a violência aumenta a cada dia. O que acaba acontecendo? Elas ficam dentro de casa, jogando videogames… e mesmo que os mais modernos possuam tipos de jogos em que elas precisam se movimentar (kinect, etc.), essa quantidade de exercício não é suficiente para equilibrar a queima de calorias que elas necessitam nessa idade de crescimento. Ou seja, existem muitos adultos obesos porque a quantidade de crianças obesas também vem aumentando… e é muito mais difícil perder peso depois de adulto. Mas não é impossível, basta um pouco de força de vontade.
O primeiro passo deve ser quebrar esse padrão de comportamento que vem desde a infância, de sedentarismo, e comer por ansiedade, e não para saciar a fome. Guarde essa informação valiosa que pode mudar a sua vida:
magraPARA MUDAR SEU CORPO, VOCÊ PRECISA MUDAR PRIMEIRO A SUA MENTE.
E é isso que vamos explicar pouco a pouco neste blog, dentro da categoria Corpo. Como conseguir ter um pensamento de magro, em vez de pensar em comida o tempo todo? Como controlar a ansiedade e parar de sabotar a si mesmo no processo de emagrecimento? Como obter motivação necessária para mudar seus hábitos e focar no objetivo maior que é a perda de peso?
E a primeira dica que vou dar é: ter paciência… emagrecer é um processo e de nada adianta fazer dietas malucas, perder peso rápido demais e perder também a saúde ou então não conseguir manter a dieta por muito tempo e voltar a engordar tudo que havia perdido, ou às vezes até mais do que antes. Mantenha objetivos realistas… é melhor pensar em devagar e sempre, ou seja, uma reeducação alimentar e de hábitos vai fazer com que os resultados sejam bem mais duradouros, e que você consiga manter o novo peso, em vez de aparecer o efeito io-io.
Admita que se você está acima do peso, é devido a alguma coisa errada que anda fazendo. A conta é simples: precisamos gastar mais calorias do que comemos. É claro que existem fatores genéticos, seu biotipo pode não ser de magra, etc. mas na Etiópia não existe obesos, então mesmo que você ache que não está comendo demais e mesmo assim está engordando, preste atenção: pode ser que você esteja comendo tão automaticamente que nem percebe que anda exagerando.
Em relação à alimentação, não existe nenhum alimento proibido… o que existe é moderação. Você pode comer de tudo desde que não exagere. Eu sou chocólatra assumida, e se for pensar em ter que viver sem comer chocolate, minha vida não teria muita graça, pois é algo que eu gosto de comer desde criança. Mas não preciso de grandes quantidades, pois aprendi a controlar a ansiedade, sou psicóloga e costumo usar o método da auto-hipnose que será explicado mais detalhadamente ao longo deste blog, nos próximos posts. Eu sempre como menos comida quando quero comer uma sobremesa, ou seja, “deixo um espaço” para ela… Não devemos nunca comer até nosso estômago ficar totalmente cheio, pois ele precisa de um espaço para que a digestão trabalhe. Então, se usarmos toda a sua capacidade, vamos nos sentir mal durante o processo de digestão.
Outra dica é tomar consciência enquanto estamos comendo. O que nos leva ao exagero é comer “no automático”, que significa comer sem estar prestando atenção no que estamos fazendo. Outro truque é trocar certos alimentos mais calóricos por outro parecidos mas que fazem com que você consuma bem menos calorias… por exemplo, uma pizza de brócolis é mais saudável e menos calórica do que uma quatro queijos.
O processo de emagrecer também exige abandonar de vez o sedentarismo. Outra vez voltamos à questão de não ser radical: não precisa se matar na academia 7 dias por semana, pois isso pode ter até efeito contrário, uma vez que é bem difícil manter a regularidade se houver exagero. Acabamos inventando desculpas para faltar, ou é o tempo chuvoso, ou é a preguiça, ou a falta de tempo. O melhor é aprender a incluir os exercícios físicos em nossa rotina, mesmo que seja 2, 3 vezes por semana, alguns minutos por dia. Tenha em mente que alguns poucos minutos por dia é sempre melhor do que nenhum… ou seja, melhor que nada. Mexa-se de alguma forma, nem que seja andando pelo escritório enquanto atende um telefonema, ou fazendo abdominais ou polichinelos nos intervalos da novela, ou dançando enquanto lava a louça. Caso exista alguma atividade que você adore praticar, como a dança, andar de patins, corrida, ioga, tocar bateria, etc. procure se concentrar nela, já que vai ser muito mais fácil ter motivação dessa forma… nunca tente imitar o que deu certo para outra pessoa, pois cada um tem suas próprias preferências e você deve descobrir quais são as suas.
Mas o mais importante, que já citamos no início do post, é trabalhar a sua MENTE no sentido de emagrecer. A primeira coisa que se deve fazer é descobrir “por que eu quero emagrecer?” Todo mundo tem um motivo principal… para ganhar dinheiro como modelo, para conquistar aquela pessoa especial, para receber elogios, enfim… descubra qual sua principal motivação, anote num papel e ande com ele o tempo todo para se lembrar do que é mais importante nesse processo. Use a imaginação criativa e pense nos benefícios que você teria se emagrecesse… imagine-se magra, cabendo nas suas roupas preferidas, atraindo olhares de todos pela rua, crie toda uma atmosfera favorável na sua mente para ajudar na motivação. Sem força de vontade não chegamos em lugar nenhum… pode ser a melhor dieta, o melhor personal trainer, mas a única pessoa capaz de realizar seu processo de emagrecimento é você mesma.
O processo de auto-hipnose é semelhante ao de uma meditação. Você precisa deitar confortavelmente, relaxar, imaginar algumas coisas como que sente prazer comendo frutas e alimentos saudáveis e que sente repulsa e enjoo quando come alimentos gordurosos e super calóricos. Não vai ser na primeira vez que você vai obter resultados, mas depois de algumas “sessões”, pode ter certeza que sua mente vai começar a ser condicionada a pensar como magro, e você vai passar a sentir cada vez menos necessidade de se entupir de alimentos que engordam. Existe uma diferença enorme entre a fome emocional e a física.



domingo, 16 de novembro de 2014

METAFÍSICA EM EMAGRECIMENTO

METAFÍSICA NO TRATAMENTO DA OBESIDADE

Publicado em 04-08-2014
  


METAFÍSICA NO TRATAMENTO DA OBESIDADE
A obesidade está se configurando o mal do século e como tal esta-se tornando cada vez maior o número de pessoas afetadas.

 Muitas são as causas que podem levar à obesidade: ansiedade, comer compulsivamente, hábitos inadequados de alimentação, escolha de alimentos prejudiciais, hereditariedade, falta de disciplina e organização em horários.

Dietas rígidas não servem para tratar a obesidade já que sendo um conjunto de sintomas precisa ser tratada como um todo.
Dietas podem servir para emagrecer temporariamente, mas logo se volta ao peso anterior, ou mais ainda. O enfoque que se lhe dá normalmente à obesidade de que é necessário comer menos, se exercitar mais e reduzir as calorias nem sempre é válido para todos.
Pior ainda se tomar as fórmulas tradicionais para emagrecer que muitos acham serem naturais  e que são completamente inadequadas para qualquer tratamento que se proponha resgatar um corpo saudável e magro. 

EMAGRECIMENTO através da Hipnose e programação mental.
A hipnose e programação mental são caminhos certos que levam ao emagrecimento seguro. Estas não são técnicas da moda, mas caminhos que estão se firmando como corretos e adequados após o uso continuo.
A força da mente se mostra muito efetiva nos trabalhos de subconsciente. Enquanto uma envia mensagens de auto-controle e reprogramação, neste caso para emagrecer, o outro vai mudando os hábitos já estabelecidos há tempos e por diferentes motivos e, num trabalho conjunto, a mudança se mostra no corpo e na saúde de um modo geral. A autoestima aumenta ou se posiciona como deve ser e tudo começa a se acomodar de acordo com a nova vida. Um hábito é um comportamento repetido no seu início de forma consciente e que com o tempo passa a fazer parte do dia a dia sem perceber que o estamos repetindo, ou seja, já o repetimos incosncientemente.

A única forma de emagrecer e manter o peso sem ter que fazer grandes esforços é aprendendo a comer ou alimentar-se de maneira tranqüila e adequada, usando todos os tipos de comidas, sem privar-se de nenhum sabor ou qualidade e mantendo o equilíbrio entre o que se ingere e o que se gasta ou consome. 

Por tudo isto, para este método, é muito mais importante saber por que se come, identificar as causas emocionais que levam alguém a se alimentar exageradamente ou com alimentos prejudiciais, do que limitar a quantidade de alimentos ou o tipo o que leva à sensação de privação aumentando a ansiedade e a inquietação que podem levar à frustração e ao abandono do tratamento. 

Com a aplicação de técnicas de Metafísica não só não se engorda mais como se consegue um corpo magro e sadio para sempre se alimentado com todo o que faz parte do seu dia a dia.
Com técnicas profundas investigamos sua relação com o dia a dia, porque você se alimenta desse modo? O que procura no alimento? 

Uma vez feito o levantamento de todos os dados necessários fazemos um trabalho mental e assim, de um modo natural, tranqüilo e não invasivo começará a comer menos; escolherá  sem perceber os alimentos que lhe farão emagrecer; e eliminará os quilos necessários para que seja resgatado o peso perfeito para sua constituição óssea com esbelteza e saúde. Este trabalho inclui técnicas de COAHCING CORPORAL  e 

PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA. 
 Pare e pense! Quanto tempo faz que você está tentando emagrecer? Quantas dietas de emagrecimento já tentou? Você já passou pelo efeito sanfona emagrece-engorda? Quantas vezes começou com entusiasmo e alegria sua dieta para depois ficar decepcionada e deprimida por não conseguir se manter magra ou magro? 

Todas as dietas podem dar certo por um tempo. São tantas! Alguma serve para todos nós em algum momento da vida.
Mas, se emagrecemos, porque retornamos ao peso anterior ou maior ainda muitas vezes?
O tratamento da obesidade pela Metafísica não é mais uma dieta da moda. Ela é o caminho certo para o resgate do corpo esbelto e magro.
E ainda traz de volta a saúde perfeita!
Identificar seu tipo psicológico e descobrir seu código pessoal de relacionamento com o alimento fará a grande diferença que lhe permitirá emagrecer para não engordar nunca mais.
Você perceberá como emagrecer pode ser algo prazeroso.
Você engordou aos poucos? Quase sem perceber seu corpo foi aumentando de tamanho, não é? Pois é assim que você emagrecerá: sem perceber, alegre e tranquilamente. 

PORQUE SE RECUPERA O PESO PERDIDO!?
Ao fazer uma dieta tradicional, a mente geralmente não é preparada para o emagrecimento e aceitação do novo estado corporal. Somente se trata do corpo físico através da diminuição dos alimentos (carga calórica) e do aumento do gasto (ginástica, exercícios). O corpo emagrece, mas a mente trata de voltar rapidinho ao estado anterior! Com este tratamento múltiplo você prepara sua mente para que ela aceite o novo corpo e o novo estado emocional. 

NÃO SE TRATA DE UMA DIETA APENAS PARA EMAGRECIMENTO, MAS DE UM TRATAMENTO PARA MUDAR DE VIDA, EMAGRECENDO E RESGATANDO A SAÚDE E O CORPO SADIO E MAGRO.                 
Você deve estar pensando: MAS, RAKEL, O QUÉ É A METAFÍSICA?
A palavra metafísica designa tudo o que está além do corpo físico. É uma filosofia que tenta definir a realidade dos planos superiores, agrupando todo o que concerne ao ser, seja científico ou não.
A metafísica procura a verdade por trás das aparências e investiga o ser enquanto ser.
Ela também pode ser tratada  como uma questão filosófica, sendo deste modo que começou a ser estudada pelos filósofos antigos como Sócrates e Platão.
Desde este ponto de vista englobamos aqui os tratamentos para recompor o corpo energético e conceitos filosófico-religiosos de Deus, o Cosmos e seu relação com o ser humano.

AUTOESTIMA
A imagem que você tem de você mesmo e o sentimento que ela desperta em você formam a sua autoestima. Somos a somatória das nossas crenças pessoais: ser bonito ou não, ser feliz somente se for magro, sentir-se rejeitado porque se está acima do peso, não cuidar-se ou embelezar-se porque se está acima do peso desejado. Cada uma destas crenças desenvolve um tipo de comportamento, por exemplo, você pode pensar que ninguém gosta de você porque está obesa(o) e sentimento este que pode desencadear revolta, vergonha, tristeza. 

A autoestima pode ter estes momentos só passageiramente, mas se configura num problema quando ela se mostra abaixo do esperado a maior parte do tempo. Esta situação é chamada de autoestima rebaixada ou baixa autoestima. O bom é manter a autoestima permanentemente em níveis elevados reconhecendo a força do poder interior aplicado à vida diária. 

Ver a imagem corporal transformar-se a cada dia fará com que seu cérebro produza mais imagens positivas e aumentará o seu bom humor, sua vontade, sua autoestima, porque a imagem que você terá de você mesma(o) será o meio de se comunicar positivamente com as pessoas. Perceba que a autoestima não depende de ninguém de fora, não é algo que se constrói desde o exterior, mas é somente o resultado das suas crenças. Se você pensa e acredita que pessoas magras são mais felizes então emagrecer a tornará mais feliz.

Se você pensa que emagrecer é difícil, com este tratamento e estas técnicas terá a oportunidade de mudar esta crença porque confirmará por você mesmo a facilidade com que fará as adequações ao mesmo tempo em que muda seu corpo com o poder da sua mente.
DÚVIDAS E OUTRAS PERGUNTAS
- Todas as pessoas emagrecem com este método?
Há um componente determinativo importantíssimo para tudo dar certo: QUERER EMAGRECER.

Quando de fato se quer algo a vontade trabalha instantaneamente e as barreiras são derrubadas. Os métodos mentais surgem então para facilitar ainda mais o processo.

Com o trabalho de hipnose você não sente mais ansiedade, vontade de jogar na comida suas frustrações ou disfarçar as mesmas dizendo que se sente bem sendo gordinho.

Emagrecer ultrapassa o limite da beleza porque a obesidade se configura como um dos maiores males do mundo nestes momentos.
Segundo pesquisas médicas da Universidade de Harvard o bom relacionamento entre a mente e a psique leva ao emagrecimento e ao encontro de um novo modelo de vida combatendo velhos hábitos e treinando até ajustar o seu novo modelo ao dia a dia. 

- Como funciona a hipnose?
Passar pelo processo de hipnose para emagrecer poderia ser exemplificado como o corpo ouvindo a mente e reformulando tudo em direção ao novo objetivo de vida traçado.
A hipnose é a ferramenta perfeita para reeducar sua vida através do seu subconsciente e transformar o seu corpo no corpo magro, esbelto, sadio e jovem que você sempre sonhou e que tinha em sua origem. É a inteligência cerebral trabalhando a seu favor.

VOCÊ usando todo o poder do SEU CÉREBRO.
Veja como é realmente fácil conseguir os resultados desejados: Você receberá um CD especialmente preparado com técnicas modernas de hipnose para emagrecimento. Basta com que você ouça diariamente o CD e permita que sua mente trabalhe a seu favor levando-a (o) a fazer as modificações necessárias com muita alegria.

Enquanto você dorme seu subconsciente e sua mente trabalham serena e profundamente e dia após dia você se surpreenderá com os resultados: roupa que não entrava mais agora fica folgada; a pele recobra o brilho e a cor da saúde; seu organismo funciona perfeitamente; sua autoestima fica elevada, fazendo que você leve bom humor a todos os lugares em que estiver.
Você dorme e sua mente emagrece você!

- É MÁGICA!?
Não, é trabalho consciente e responsável feito a partir de técnicas seguras e testadas que trabalharão em você e a/o levarão ao emagrecimento sem sofrimento nem dependência de remédios.
Não há secretos, mas a seriedade em levá-lo ao trabalho mental e a reformulação da sua vida visando novos conceitos de saúde perfeita, remodelagem do corpo e satisfação.

E tudo com muita simplicidade e facilidade, basta com OUVIR O CD todas as noites ao deitar.

Apenas seguir as indicações de uso do CD e ouvi-lo TODAS AS NOITES.
- Mas E A DIETA?
Se você seguir as instruções que receberá subconscientemente ao ouvir o CD passará a se alimentar adequadamente e, caso o deseje, procurará uma dieta a seu gosto, mas preservando o valor pela saúde e a alimentação equilibrada.

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10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Atividade Física

Conheça os benefícios da realização de exercícios no 10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Atividades Físicas.

Lembrando que o sedentarismo é uma das principais causas de doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade e outras doenças crônicas não transmissíveis.


Confira, então, os 10 coisas que você precisa saber sobre atividade física:
  1. A prática de exercícios, de intensidade moderada, durante meia hora por dia é suficiente para que o cidadão deixe de ser sedentário. Estes trinta minutos podem ser contínuos ou divididos em três períodos de 10 minutos cada.
  2. Quando se fala em exercícios, o mais importante é que você pratique alguma atividade que se adapte ao seu estilo de vida e que seja do seu agrado. Caso contrário, são muitas as chances de interrupções.
  3. Pequenas modificações no hábito diário – como subir escadas, saltar do ônibus um ponto antes, passear com cachorro, varrer, cuidar do jardim, lavar o carro, etc. – podem ajudá-lo a movimentar mais e servir como um estímulo para o início de uma atividade física diária.
  4. Os efeitos benéficos da atividade física ocorrem para as pessoas que se exercitam com regularidade. Aqueles com IMC entre 25 e 30 (sobrepeso), nestas condições, podem ter um risco menor de desenvolver diabetes e outras doenças metabólicas do que os sedentários.
  5. De acordo com o United States Departament of Health and Human Services, é importante os adultos pratiquem duas horas de atividades anaeróbicas (musculação localizada), por semana, além dos 30 minutos de caminhada intensa por dia. Nos casos de pessoas com diabetes, hipertensão, obesidade e pessoas com problemas no metabolismo ósseo, por exemplo, é preciso ter um cuidado especial na escolha dos exercícios a praticar. Nestes casos, é imprescindível o acompanhamento de um profissional.
  6. 1 minuto de atividade física intensa é compatível com 2 minutos de atividade moderada. Caminhada em ritmo acelerado, hidroginástica, passeio de bicicleta e jogo de tênis em dupla são alguns dos exemplos para atividade moderada. Já a corrida, a natação, o basquete e a corrida de bicicleta são consideradas intensas.
  7. Durante a prática de um exercício físico é possível que haja uma redução na taxa de glicose da pessoa. O indicado, principalmente para pessoas com diabetes, é que carreguem consigo algum tipo de carboidrato de rápida absorção.
  8. As atividades físicas melhoram a sensação de bem-estar, diminuem a ansiedade e a probabilidade de depressão, por liberarem a serotonina (hormônio conhecido como “molécula da felicidade”).
  9. Dentre os benefícios da prática de exercícios estão: a diminuição do apetite, a melhora do humor, a perda de gordura (emagrecimento), o enrijecimento dos músculos, a melhora da imunidade e o retardo do envelhecimento.
  10. Em uma recente pesquisa feita pelo Overseas Development Institute, na Grã Bretanha, mostrou que o número de aldutos obesos cresceu quatro vezes nos últimos 30 anos, em paises em desenvolvimento, ou seja, são mais de 1 bilhão de pessoas acima do peso.
Texto: Flavia Garcia
Fontes: Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Programa Agita Mundo e o Departamento de Saúde, Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabolica e Serviços Humanos dos Estados Unidos.



Sibutramina


Sibutramina - Bula do remédio

Sibutramina com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Sibutramina têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Sibutramina devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.
Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Medley

Referência

Reductil

Apresentação de Sibutramina

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES
Cápsula - Embalagens contendo 10 ou 30 cápsulas de 10 mg ou 15 mg.

USO ADULTO - USO ORAL

COMPOSIÇÕES
Cada cápsula de 10 mg contém:
cloridrato de Sibutramina monoidratado .............................................................. 10 mg
(equivalente a 8,37 mg de Sibutramina).
excipiente: celulose microcristalina, dióxido de silício, estearato de magnésio e lactose monoidratada.

Cada cápsula de 15 mg contém:
cloridrato de Sibutramina monoidratado .............................................................. 15 mg
(equivalente a 12,55 mg de Sibutramina).
excipiente: celulose microcristalina, dióxido de silício, estearato de magnésio e lactose monoidratada.

Sibutramina - Indicações

O cloridrato de Sibutramina monoidratado está indicado no tratamento da obesidade, ou quando a perda de peso está clinicamente indicada; deve ser usado em conjunto com dieta hipocalórica e exercícios, como parte de um programa de gerenciamento de peso, quando somente a dieta e exercícios comprovam-se ineficientes.
A Sibutramina é recomendada para pacientes obesos com um índice de massa corporal inicial (IMC) 30 kg/m2, ou 27 kg/m2 na presença de outros fatores de risco (ex.: hipertensão arterial, diabetes, dislipidemia).

Contra-indicações de Sibutramina

− cloridrato de Sibutramina monoidratado é contra-indicado a pacientes com história ou presença de transtornos alimentares, como bulimia e anorexia.
− cloridrato de Sibutramina monoidratado é contra-indicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida à Sibutramina ou a qualquer outro componente da fórmula.
− cloridrato de Sibutramina monoidratado é contra-indicado em caso de conhecimento ou suspeita de gravidez e durante a lactação.
− cloridrato de Sibutramina monoidratado é contra-indicado a pacientes recebendo inibidores da monoaminooxidase. É recomendado um intervalo de pelo menos duas semanas após a interrupção dos IMAOs antes de iniciar o tratamento com Sibutramina (ver Interações Medicamentosas).
− cloridrato de Sibutramina monoidratado é contra-indicado a pacientes recebendo outros medicamentos supressores do apetite de ação central.

Advertências

− Pressão Arterial e Frequência Cardíaca: o tratamento com cloridrato de Sibutramina monoidratado foi associado a aumentos da frequência cardíaca e/ou da pressão arterial. A pressão arterial e a frequência cardíaca devem ser medidas antes de iniciar o tratamento com cloridrato de Sibutramina monoidratado e devem ser monitorados em intervalos regulares durante o tratamento.
Para pacientes que apresentarem aumentos significativos constantes da pressão arterial ou da frequência cardíaca durante o tratamento com cloridrato de Sibutramina monoidratado, a redução da dose ou descontinuação do tratamento devem ser consideradas. O cloridrato de Sibutramina monoidratado deve ser administrado com cautela em pacientes com hipertensão não controlada adequadamente.
− Doença Cardiovascular Concomitante: o tratamento com cloridrato de Sibutramina monoidratado foi associado a aumentos da frequência cardíaca e/ou da pressão arterial. Portanto, o cloridrato de Sibutramina monoidratado não deve ser utilizado por pacientes com história de doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca congestiva, arritmias ou acidente vascular cerebral.
− Glaucoma: cloridrato de Sibutramina monoidratado deve ser utilizado com cautela por pacientes com glaucoma de ângulo fechado.
− Outras: causas orgânicas de obesidade (como por exemplo, hipotireoidismo não tratado) devem ser excluídas antes da prescrição de cloridrato de Sibutramina monoidratado.
− Hipertensão Pulmonar: embora a Sibutramina não tenha sido associada a hipertensão pulmonar, determinados agentes redutores de peso de ação central que causam a liberação de serotonina nas terminações nervosas (mecanismo de ação diferente da Sibutramina) foram associados a hipertensão pulmonar, uma doença rara, mas letal. Nos estudos realizados antes da comercialização da Sibutramina, não foram relatados casos de hipertensão pulmonar com cápsulas de Sibutramina.
− Epilepsia: cloridrato de Sibutramina monoidratado deve ser utilizado com cautela por pacientes com epilepsia.
− Disfunção Renal: Sibutramina deve ser utilizada com cautela em pacientes com insuficiência renal leve a moderada. A Sibutramina não deve ser utilizada em pacientes com insuficiência renal grave, incluindo pacientes com insuficiência renal em estágio avançado e que realizam diálise (ver Farmacocinética: insuficiência renal).
− Disfunção Hepática: cloridrato de Sibutramina monoidratado não foi avaliado sistematicamente em pacientes com insuficiência hepática. Portanto, cloridrato de Sibutramina monoidratado não deve ser administrado nesses pacientes.
− Distúrbios Hemorrágicos: foram relatados casos de sangramento em pacientes tratados com Sibutramina. Enquanto a relação causa-efeito não for esclarecida, recomenda-se cautela em pacientes predispostos a apresentarem episódios de sangramento e naqueles em uso de medicamentos que sabidamente afetam a hemostasia ou a função plaquetária.
− Interferência com o Desempenho Motor e Cognitivo: embora a Sibutramina não afete o desempenho psicomotor e cognitivo em voluntários sadios, qualquer medicamento de ação no SNC pode prejudicar julgamentos, pensamentos ou habilidade motora.
− Abuso: embora os dados clínicos disponíveis não tenham evidenciado abuso com a Sibutramina, os pacientes devem ser monitorados cuidadosamente quanto a antecedentes de abuso de drogas e observados quanto a sinais de uso inadequado ou abuso.
− Uso Durante a Gravidez e Lactação: embora os estudos em animais tenham mostrado que a Sibutramina não é teratogênica, a segurança do uso da Sibutramina durante a gestação humana não foi estabelecida e, por esta razão, o emprego de cloridrato de Sibutramina monoidratado durante a gestação não é recomendado. Mulheres com potencial para engravidar devem empregar medidas de contracepção adequadas durante o tratamento com cloridrato de Sibutramina monoidratado. As pacientes devem ser advertidas a notificar o médico se engravidarem ou se pretenderem engravidar durante o tratamento.
− Período de Amamentação: não é conhecido se a Sibutramina ou seus metabólitos são excretados no leite materno, portanto, o emprego de cloridrato de Sibutramina monoidratado durante a lactação não é recomendado. A paciente deverá notificar seu médico se estiver amamentando.
− Uso em Crianças: a segurança e eficácia de cloridrato de Sibutramina monoidratado em crianças com menos de 16 anos de idade ainda não foi determinada.

"Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista."
Categoria de Risco: C

Populações especiais
Sexo: dados relativamente limitados disponíveis até o momento não fornecem evidências de uma diferença clinicamente relevante na farmacocinética em homens e mulheres.
Pacientes idosos: o perfil farmacocinético observado em indivíduos idosos sadios (idade média de 70 anos) foi semelhante àquela observada em indivíduos sadios mais jovens.
Os estudos clínicos de cloridrato de Sibutramina monoidratado incluíram apenas um número reduzido de pacientes idosos. De modo geral, a escolha da dose para esses pacientes deve ser cautelosa, considerando a maior frequência de redução da função hepática, renal ou cardíaca, e da concomitância de outras doenças e medicamentos nestes pacientes. A farmacocinética de indivíduos idosos é discutida na seção sobre Farmacologia (ver Farmacocinética).
Insuficiência renal: estudou-se a distribuição dos metabólitos de Sibutramina M1, M2, M5 e M6 em pacientes com diferentes graus de insuficiência renal. Este procedimento não foi realizado para a Sibutramina.
A área sobre a curva (ASC) dos metabólitos ativos M1 e M2, em geral, não foi afetada pela presença de disfunção renal. Em pacientes com insuficiência renal avançada que realizam diálise, a ASC do metabólito M2 era metade da apresentada por pacientes normais (CLcr ≥ 80 mL/min). A ASC dos metabólitos inativos M5 e M6 aumentou 2 a 3 vezes na presença de disfunção moderada (30 mL/min ≤ CLcr ≤ 60 mL/min), 8 a 11 vezes em pacientes com disfunção grave (CLcr ≤ 30 mL/min) e 22 a 33 vezes em pacientes com disfunção renal em estágio avançado e que realizam diálise, quando comparados com indivíduos sadios. Aproximadamente 1% da dose oral é encontrada no dialisado, associado aos metabólitos M5 e M6 durante o processo de hemodiálise. Os metabólitos M1 e M2 não são encontrados no dialisado.
A Sibutramina não deve ser utilizada em pacientes com insuficiência renal grave, incluindo pacientes em estágio avançado e que realizam diálise.
Insuficiência hepática: em indivíduos com insuficiência hepática moderada, a biodisponibilidade dos metabólitos ativos foi 24% mais elevada após dose única de Sibutramina.

Interações medicamentosas de Sibutramina

− Substâncias de ação sobre o SNC: o uso de cloridrato de Sibutramina monoidratado concomitantemente com outras drogas de ação no SNC, particularmente agentes serotoninérgicos, não foi sistematicamente avaliado. É aconselhável cautela se cloridrato de Sibutramina monoidratado for administrado com outras drogas de ação central (ver Contraindicações e Advertências).
− Inibidores da monoaminooxidase (IMAOs): o uso concomitante de cloridrato de Sibutramina monoidratado com inibidores da monoaminooxidase (IMAOs) é contraindicado. Deve haver um intervalo mínimo de 2 semanas após interrupção dos IMAOs antes de iniciar o tratamento com cloridrato de Sibutramina monoidratado (ver Contra-indicações).
− Síndrome serotoninérgica: a condição rara, mas grave, do conjunto de sintomas denominado de “síndrome serotoninérgica” também foi relatada com o uso concomitante de inibidores seletivos da recaptação da serotonina e agentes terapêuticos para enxaqueca. A síndrome serotoninérgica também foi relatada com o uso concomitante de dois inibidores da recaptação da serotonina.
Considerando que cloridrato de Sibutramina monoidratado inibe a recaptação de serotonina, de modo geral, não deve ser administrado juntamente com outros agentes serotoninérgicos. Entretanto, se tal combinação for indicada clinicamente, é necessária a observação apropriada do paciente.
− Substâncias que podem aumentar a pressão arterial e/ou a frequência cardíaca: o uso concomitante de cloridrato de Sibutramina monoidratado e outros agentes que podem aumentar a pressão arterial e/ou a frequência cardíaca não foi sistematicamente avaliado. Esses agentes incluem determinados medicamentos descongestionantes, antitussígenos, antigripais e antialérgicos que contêm substâncias como a efedrina ou pseudoefedrina.
Deve-se ter cautela quando prescrever cloridrato de Sibutramina monoidratado a pacientes que utilizam esses medicamentos.
− Substâncias inibidoras do metabolismo do citocromo P450 (3A4): a administração concomitante de inibidores enzimáticos tais como o cetoconazol, a eritromicina e a cimetidina podem aumentar as concentrações plasmáticas da Sibutramina. Recomenda-se cautela na administração concomitante da Sibutramina com outros inibidores enzimáticos.
− Álcool: a administração concomitante de dose única de Sibutramina com álcool não resultou em interações com alterações adicionais do desempenho psicomotor ou funções cognitivas. Entretanto, o uso concomitante de excesso de álcool com cloridrato de Sibutramina monoidratado não é recomendado.
− Contraceptivos orais: a Sibutramina não afeta a eficácia dos contraceptivos orais.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Sibutramina

Reações Durante Estudos Clínicos: a maior parte dos efeitos colaterais relatados ocorreu no início do tratamento com Sibutramina (durante as primeiras quatro semanas). Sua gravidade e frequência diminuíram no decorrer do tempo. Os efeitos, em geral, não foram graves, não levaram a descontinuação do tratamento e foram reversíveis. Os efeitos colaterais observados nos estudos clínicos de fase II/III são relacionados a seguir por órgão/sistema (muito comuns > 1/10; comuns ≤ 1/10 e > 1/100).

Sistema Frequência Efeitos indesejáveis
Sistema cardiovascular (ver informações abaixo)ComunsTaquicardia, palpitações, aumento da pressão arterial/hipertensão, vasodilatação (ondas de calor)
Sistema gastrintestinalMuito comunsConstipação
ComunsNáuseas, piora da hemorroida
Sistema nervoso centralMuito comunsBoca seca, insônia
ComunsDelírios, parestesia, cefaleia, ansiedade
PeleComunsSudorese
Funções sensoriaisComunsAlterações do paladar


− Hipertensão e Aumento da Frequência Cardíaca em Estudos Clínicos: foram observados aumentos da pressão arterial sistólica e diastólica de repouso na variação entre 1-3 mmHg, e aumentos da frequência cardíaca de 3-5 batimentos por minuto. Em relação ao placebo, um pequeno número de pacientes apresentou aumentos constantes da pressão arterial e da frequência cardíaca em repouso.
Nos estudos controlados com placebo, eventos adversos clinicamente relevantes que foram associados a aumentos da pressão arterial e da frequência cardíaca foram raros no grupo tratado com Sibutramina e ocorreram com a mesma incidência daquela observada no grupo tratado com placebo.

Reações Observadas nos Estudos de Fase IV ou Na Farmacovigilância Pós-Comercialização:
Os eventos adversos observados estão relacionados a seguir por órgão/sistema:
− Sistema Hematológico e Linfático: trombocitopenia.
− Sistema Imunológico: foram relatadas reações de hipersensibilidade alérgica variando desde leves erupções cutâneas e urticária até angioedema e anafilaxia.
− Transtornos Psiquiátricos: raramente foram relatados casos de depressão, psicose, mania, ideias suicidas e suicídio em pacientes tratados com Sibutramina. Entretanto, a relação causal não foi estabelecida entre a ocorrência destas reações e o uso de Sibutramina. Se algum destes eventos ocorrer durante o tratamento com Sibutramina, deverá ser considerada a descontinuação do medicamento.
− Sistema Nervoso: convulsões, alteração transitória de memória recente.
− Distúrbios Oculares: turvação visual.
− Distúrbios Cardíacos: fibrilação atrial.
− Sistema Gastrintestinal: diarreia e vômitos.
− Pele e Tecido Subcutâneo: alopecia, erupções cutâneas, urticária.
− Rins/Alterações Urinárias: retenção urinária e nefrite intersticial aguda.
− Sistema Reprodutor: ejaculação anormal (orgasmo), impotência, distúrbios do ciclo menstrual, metrorragia.
− Alterações Laboratoriais: aumentos reversíveis das enzimas hepáticas.

Sibutramina - Posologia

A dose inicial recomendada é de 1 cápsula de 10 mg por dia, pela manhã, com ou sem alimentação.
Se o paciente não perder pelo menos 2 kg nas primeiras 4 semanas de tratamento, o médico deve considerar a reavaliação do tratamento, que pode incluir um aumento da dose para 15 mg ou a descontinuação da Sibutramina. No caso de titulação da dose, deve-se levar em consideração os índices de variação da frequência cardíaca e da pressão arterial.
Doses acima de 15 mg ao dia não são recomendadas.
O uso da Sibutramina demonstrou ser seguro e efetivo por até 24 meses em estudos duplo-cego placebo controlados.
No caso de esquecimento de uma dose, a cápsula deve ser ingerida em outro horário do mesmo dia, sem prejuízo do tratamento.

Superdosagem

A experiência de superdosagem com cloridrato de Sibutramina monoidratado é limitada. Os efeitos adversos comumente associados à superdosagem são taquicardia, hipertensão, cefaleia e tontura.
O tratamento deve consistir no emprego de medidas gerais para o manuseio da superdosagem: monitorização respiratória, caso haja necessidade; monitorização cardíaca e dos sinais vitais, além das medidas gerais de suporte.
Os estudos realizados em pacientes com insuficiência renal em estágio avançado e que realizam diálise demonstraram que a hemodiálise não altera significativamente a quantidade eliminada de metabólitos da Sibutramina.

Características farmacológicas

Características Farmacológicas
Descrição
O cloridrato de Sibutramina monoidratado é administrado via oral para o tratamento da obesidade, sendo identificado quimicamente como uma mistura racêmica dos enantiômeros (+) e (-) do cloridrato de 1-(4-clorofenil)-N,N-dimetil-α-(2-metilpropil)-ciclobutanometanomina monoidratado. Sua fórmula empírica é C17H29Cl2NO. Seu peso molecular é 334,33. É um pó cristalino, branco a branco leitoso, com solubilidade 2,9 mg/mL em água com pH 5,2. Seu coeficiente de separação em octanol-água é de 30,9 em pH 5,0.

Mecanismo de ação
A Sibutramina exerce seus efeitos terapêuticos através da inibição da recaptação da noradrenalina, serotonina e dopamina. A Sibutramina e seus principais metabólitos farmacologicamente ativos (M1 e M2) não agem através da liberação de monoaminas.

Farmacodinâmica
A Sibutramina exerce suas ações farmacológicas predominantemente através de seus metabólitos amino secundário (M1) e primário (M2), que são inibidores da recaptação de noradrenalina, serotonina (5-hidroxitriptamina, 5-HT) e dopamina. O composto de origem, a Sibutramina, é um potente inibidor da recaptação de serotonina. Em tecido cerebral humano, M1 e M2 inibem também a recaptação de dopamina in vitro, mas com uma potência três vezes mais baixa do que a inibição da recaptação de serotonina ou noradrenalina. Amostras plasmáticas obtidas de voluntários tratados com Sibutramina causaram inibição significativa tanto da recaptação de noradrenalina (73%) quanto da recaptação de serotonina (54%), mas sem inibição significativa da recaptação da dopamina (16%).
A Sibutramina e seus metabólitos (M1 e M2) não são agentes liberadores de monoaminas e também não são IMAOs. Eles não apresentam afinidade para um grande número de receptores de neurotransmissores, incluindo os receptores serotoninérgicos (5-HT1, 5-HT1A, 5-HT1B, 5-HT2A, 5-HT2C), adrenérgicos (β1 β2, β3, α1 e α2), dopaminérgicos (D1 e D2), muscarínicos, histaminérgicos (H1), benzodiazepínicos e glutamato (NMDA). Em modelos experimentais em animais utilizando ratos magros em crescimento e obesos, a Sibutramina produziu uma redução no ganho de peso corporal. Acredita-se que isto tenha resultado de um impacto sobre a ingestão de alimentos, isto é, do aumento da saciedade, mas a termogênese aumentada também contribuiu para a perda de peso. Demonstrou-se que estes efeitos foram mediados pela inibição da recaptação de serotonina e noradrenalina.

Farmacocinética
Geral
A Sibutramina é bem absorvida e sofre extenso metabolismo de primeira passagem. Os níveis plasmáticos máximos (Cmax) foram obtidos 1,2 horas após uma única dose oral de 20 mg de cloridrato de Sibutramina monoidratado, e a meia-vida do composto principal é de 1,1 horas.
Os metabólitos farmacologicamente ativos M1 e M2 atingem Cmax em 3 horas, com meia-vida de eliminação de 14 e 16 horas, respectivamente.
Foi demonstrada uma cinética linear nas doses entre 10 a 30 mg, sem qualquer alteração dose-dependente na meia-vida de eliminação, mas com um aumento nas concentrações plasmáticas proporcional à dose. Sob doses repetidas, as concentrações no estado de equilíbrio dos metabólitos M1 e M2 são alcançadas dentro de quatro dias, com um acúmulo de aproximadamente o dobro.
A farmacocinética da Sibutramina e seus metabólitos em indivíduos obesos é semelhante àquela observada em indivíduos de peso normal.
O índice de ligação às proteínas plasmáticas da Sibutramina e seus metabólitos M1 e M2 é de 97%, 94% e 94%, respectivamente. O metabolismo hepático é a principal via de eliminação da Sibutramina e de seus metabólitos ativos M1 e M2. Outros metabólitos (inativos) M5 e M6 são excretados principalmente através da urina, com proporção urina:fezes de 10:1.
Estudos com microssomos hepáticos in vitro mostraram que o CYP3A4 é a principal isoenzima do sistema citocromo P450 responsável pelo metabolismo da Sibutramina. In vitro não houve indicação de uma afinidade com CYP2D6, que possui uma baixa capacidade enzimática, estando envolvido em interações farmacocinéticas com várias substâncias. Outros estudos in vitro mostraram que a Sibutramina não apresenta efeito significativo sobre a atividade das principais isoenzimas P450, incluindo CYP3A4. Foi demonstrado que as enzimas do citocromo P450 envolvidas no posterior metabolismo do metabólito 2 (in vitro) são CYP3A4 e CYP2C9. Embora não existam dados até o momento, é provável que o CYP3A4 também esteja envolvido no posterior metabolismo do metabólito M1.

Resultados de eficácia

Os resultados de eficácia estão disponíveis em referências bibliográficas.
Referências Bibliográficas:
W Philip T James, et al, LANCET 2000; 356:2119-25
Estudos Clínicos Selecionados - Duração dois anos (SB 1048 - STORM estudo)
Este estudo foi um estudo de dois anos da manutenção do peso em 605 pacientes com um IMC de 30 - 45 kg/m2, que receberam uma dieta com redução de calorias, aconselhamento de exercícios e modificação comportamental. Durante seis meses, em fase aberta, quando todos os pacientes receberam diariamente 10 mg de Sibutramina, 94% dos pacientes conseguiram perda de peso ≥ 5%. A média de perda de peso foi 11,9 kg. Pacientes que conseguiram perda de peso ≥ 5% durante esta fase, foram randomizados para uma fase adicional de 18 meses duplo-cego e placebo-controlado. Durante esta fase, os médicos tiveram a opção de aumentar a dose de Sibutramina ou placebo para 15 mg ou 20 mg se ocorresse a recuperação do peso.
Após 2 anos de tratamento, 69% dos pacientes tratados com Sibutramina (comparados a 42% com placebo) mantiveram pelo menos 5% de redução de peso, enquanto 46% dos pacientes tratados (comparados a 20% com placebo) mantiveram pelo menos 10 % de redução de peso. Também após 2 anos, cerca de 43% dos pacientes tratados com Sibutramina mantiveram 80% ou mais de sua original perda de peso (i.e., sua perda de peso em 6 meses) comparado a 16% com placebo. A perda de peso média foi de 11 kg para pacientes com Sibutramina e 6 kg para pacientes com placebo.

Modo de usar

A dose inicial recomendada é de 1 cápsula de 10 mg por dia, pela manhã, com ou sem alimentação, administrada por via oral.

Armazenagem

Conservar cloridrato de Sibutramina monoidratado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C) e protegido da umidade. O cloridrato de Sibutramina monoidratado deve ser guardado dentro de sua embalagem original. Se armazenado nas condições recomendadas, o medicamento se manterá próprio para consumo pelo prazo de validade de 24 meses, a partir da data de fabricação impressa na embalagem externa.

Dizeres legais

SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

Data de fabricação, prazo de validade e nº do lote: vide cartucho.
Farm. Resp.: Dra. Miriam Onoda Fujisawa - CRF-SP nº 10.640
MS - 1.0181.0516

Fabricado por:
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Estrada dos Bandeirantes, 2400 - Rio de Janeiro - RJ
CNPJ 56.998.701/0012-79 - Indústria Brasileira
Fabricado sob licença de Abbott GmbH & Co. KG
Ludwishafen/Reno - Alemanha

Distribuído por:
Medley S.A. Indústria Farmacêutica
Rua Macedo Costa, 55 - Campinas - SP
CNPJ 50.929.710/0001-79 - Indústria Brasileira

Sibutramina - Bula para o Paciente

AÇÃO DO MEDICAMENTO
O cloridrato de Sibutramina monoidratado é um medicamento de uso oral para o tratamento da obesidade (excesso de peso), que leva à perda de peso através de um duplo mecanismo: redução da ingestão de alimentos pelo aumento da saciedade e diminuição da fome; e prevenção do declínio do gasto energético que segue a perda de peso.
O cloridrato de Sibutramina monoidratado deve ser usado como parte de um programa de perda de peso, supervisionado pelo seu médico, que deve incluir uma dieta com redução de calorias e atividade física apropriada.
Cada pessoa responde diferentemente ao tratamento com cloridrato de Sibutramina monoidratado quando usado como parte de um programa de perda de peso. Seu médico deverá ser notificado no caso de variações das respostas iniciais esperadas, para que ele possa reavaliar sua situação. Seu médico pode, por exemplo, indicar um aumento ou uma redução na dosagem de cloridrato de Sibutramina monoidratado.
Os metabólitos farmacologicamente ativos M1 e M2 atingem Cmax em 3 horas, com meia-vida de eliminação de 14 e 16 horas, respectivamente.
O tempo estimado do efeito terapêutico da medicação (perda de peso) é de no mínimo 15 dias, podendo haver variações individuais.

INDICAÇÕES DO MEDICAMENTO
Este medicamento está indicado no tratamento da obesidade, ou quando a perda de peso está clinicamente indicada; deve ser usado em conjunto com dieta hipocalórica e exercícios, como parte de um programa de gerenciamento de peso, quando somente a dieta e exercícios comprovam-se ineficientes.
O cloridrato de Sibutramina monoidratado é recomendado para pacientes obesos com um índice de massa corporal inicial (IMC) 30 kg/m2, ou 27 kg/m2 na presença de outros fatores de risco (ex.: hipertensão arterial, diabetes, dislipidemia).

RISCOS DO MEDICAMENTO
CONTRAINDICAÇÕES
O cloridrato de Sibutramina monoidratado é contraindicado a pessoas alérgicas à Sibutramina. Avise o seu médico se você for alérgico à Sibutramina ou aos outros componentes da fórmula do medicamento. Avise o seu médico se apresentar alguma reação alérgica durante o tratamento.

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
Informe seu médico, especificamente, se estiver tomando ou se for tomar medicamentos como agentes redutores do peso, descongestionantes nasais, antidepressivos, antitussígenos, medicamentos para enxaqueca ou outros medicamentos que não precisam de receita médica para serem adquiridos.
Informe seu médico caso exista história de anorexia nervosa, bulimia nervosa ou outras desordens na alimentação, e conhecimento, intenção ou suspeita de gravidez e amamentação, para receber uma orientação cuidadosa.
Informe seu médico sobre a presença de pressão alta, doenças cardíacas presentes ou passadas, epilepsia ou crises convulsivas prévias, glaucoma, depressão e outras doenças. Em pessoas sob tratamento com cloridrato de Sibutramina monoidratado a pressão arterial e a frequência cardíaca devem ser controladas periodicamente.
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Populações especiais
Sexo: os dados relativamente limitados disponíveis até o momento não fornecem evidências de uma diferença clinicamente relevante na farmacocinética em homens e mulheres.
Pacientes idosos: o perfil farmacocinético observado em indivíduos idosos sadios (idade média de 70 anos) foi semelhante àquela observada em indivíduos sadios mais jovens.
Insuficiência renal: cloridrato de Sibutramina monoidratado não deve ser utilizado em pacientes com insuficiência renal grave, incluindo pacientes em estágio avançado e que realizam diálise.
Insuficiência hepática: em indivíduos com insuficiência hepática moderada, a biodisponibilidade dos metabólitos ativos foi 24% mais elevada após dose única de Sibutramina.
Uso em crianças: a segurança e eficácia de cloridrato de Sibutramina monoidratado em crianças com menos de 16 anos de idade ainda não foi determinada.
Gravidez e amamentação: como não foram realizados estudos sobre o uso de cloridrato de Sibutramina monoidratado em pacientes grávidas ou amamentando, o medicamento não deve ser usado durante a gravidez e a amamentação sem orientação médica. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe seu médico se estiver amamentando.
"Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista."
Categoria de Risco: C

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Não é recomendado o uso de bebidas alcoólicas juntamente com cloridrato de Sibutramina monoidratado.
Não é recomendado o uso concomitante de cloridrato de Sibutramina monoidratado com inibidores da monoaminooxidase (IMAOs), medicamentos de ação central, inibidores da recaptação de serotonina, medicamentos para enxaqueca, descongestionantes, antitussígenos, antigripais, antialérgicos que contenham efedrina ou pseudoefedrina, inibidores do citocromo P450.
Alterações reversíveis de enzimas hepáticas foram observadas nos testes laboratoriais em estudos clínicos.
A presença de alimento no tubo digestivo não altera a ação do medicamento.
Este medicamento é de uso oral. Para a sua segurança, não administrar o medicamento por outras vias não recomendadas.
"Este medicamento é contraindicado na faixa etária menor que 16 anos."
"Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis."
"Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento."
"Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde."

MODO DE USO
Aspecto físico e características organolépticas
Cápsula gelatinosa dura, constituída de um pó cristalino, branco a branco leitoso.

Cuidados de administração
O cloridrato de Sibutramina monoidratado deve ser utilizado apenas sob orientação médica. As cápsulas devem ser ingeridas pela manhã, com um pouco de líquido, antes ou após a alimentação.

Posologia
A dose inicial recomendada é de 1 cápsula de 10 mg por dia, pela manhã, com ou sem alimentação. Aumentos posteriores da dose devem ser avaliados pelo seu médico.
Procure seguir a orientação de seu médico; em caso de esquecimento de uma dose, a cápsula deve ser ingerida em outro horário do mesmo dia, sem prejuízo do tratamento.
"Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento."
"Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico."
"Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento."
"Este medicamento não pode ser partido ou mastigado."

REAÇÕES ADVERSAS
O cloridrato de Sibutramina monoidratado geralmente é bem tolerado, mas alguns pacientes podem apresentar dor de cabeça, insônia, delírio, parestesia, náuseas, taquicardia, hipertensão, palpitações, vasodilatação, piora da hemorroida, constipação, sede, edema generalizado, edema periférico, sudorese, alterações do paladar, secura da boca.
No caso de reações alérgicas, interrompa o tratamento com cloridrato de Sibutramina monoidratado e informe prontamente o ocorrido ao seu médico.

CONDUTA EM CASO DE SUPERDOSAGEM
A experiência de superdosagem com cloridrato de Sibutramina monoidratado é limitada.
Os efeitos adversos comumente associados à superdosagem são taquicardia, hipertensão, cefaleia e tontura.
O tratamento deve consistir no emprego de medidas gerais para o manuseio da superdosagem: monitorização respiratória, caso haja necessidade; monitorização cardíaca e dos sinais vitais, além das medidas gerais de suporte.

CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO E USO
Conservar este medicamento dentro da embalagem original, em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C) e protegido de umidade. Se armazenado nas condições recomendadas, o medicamento se manterá próprio para consumo pelo prazo de validade de 24 meses, a partir da data de fabricação impressa na embalagem externa.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Data da bula

02/08/2013

É POSSÍVEL VIVER SEM OBESIDADE


 Atrás de curas milagrosas existem milhões de obesos espalhados pelo mundo afora. E por quê? Primeiro, porque a obesidade torna as pessoas cada vez mais limitadas, levando-as a situações frequentes de humilhação e vexame. Segundo, porque a obesidade gera um estado constante de incapacidade para a participação em atividades úteis e profícuas. Limita as oportunidades de sucesso ocupacional e social, alem de expor a pessoa a um alto risco de doenças altamente incapacitantes.
 VIVER SEM OBESIDADE defende veementemente que a redução do peso pela ação da comida e do exercício físico continuado pode certamente se constituir num processo lógico e barato para se prolongar uma vida humana.
 Sem fórmulas mágicas ou milagres, VIVER SEM OBESIDADE é, acima de tudo, um livro de esperança para quem precisa de esperança. E nessa esperança maior de ser livre e feliz VIVER SEM OBESIDADE
procura se transformar, em todos os seus capítulos, num facho de intensa luz azul, para que esse sonho extraordinário de liberdade se converta um dia em realidade de vida. Para sempre!!!
                                              Dr. Flávio Rotman 

http://aninhacontagem.blogspot.com.br/2010/08/viver-sem-obesidade-introducao.html 

10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Obesidade

A obesidade é uma doença crônica, que afeta um número elevado de pessoas por todo o mundo. Porém, opção por uma rotina alimentar saudável e a prática de exercícios físicos podem contribuir com a prevenção e tratamento. Confira abaixo as 10 Coisas que Você Precisa Saber sobre a Obesidade:
  1. A obesidade é caracterizada pelo acúmulo de gordura corporal e pode acarretar graves problemas de saúde e levar até à morte. O Brasil tem cerca de 18 milhões de pessoas consideradas obesas. Somando o total de indivíduos acima do peso, o montante chega a 70 milhões, o dobro de há três décadas.
  2. Em muitos casos, a obesidade é diagnosticada através do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC). Ele é feito da seguinte forma: divide-se o peso (em Kg) do paciente pela sua altura (em metros) elevada ao quadrado. De acordo com o padrão utilizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), quando o resultado fica entre 18,5 e 24,9, o peso é considerado normal. Entre 25,0 e 29,9, sobrepeso, e acima deste valor, a pessoa é considerada obesa.
  3. Existem três tipos de definições quando uma pessoa está acima do peso. O sobrepeso é quando há mais gordura no corpo do que o ideal para uma vida saudável. A obesidade se dá quando o acúmulo de gordura é muito acima do normal, podendo gerar até problemas graves de saúde. A obesidade mórbida é quando o valor do IMC ultrapassa 40. Nesse caso, o tratamento inicial além das mudanças de estilo de vida sempre inclui medicamentos e até cirurgia bariátrica pode ser recomendda.
  4. A obesidade é fator de risco para uma série de doenças. O obeso tem mais propensão a desenvolver problemas como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, além de problemas físicos como artrose, pedra na vesícula, artrite, cansaço, refluxo esofágico, tumores de intestino e de vesícula.
  5. A obesidade pode, também, mexer com fatores psicológicos, acarretando diminuição da autoestima e depressão.
  6. São muitas as causas da obesidade. O excesso de peso pode estar ligado ao patrimônio genético da pessoa, a maus hábitos alimentares ou, por exemplo, a disfunções endócrinas. Por isso, na hora de pensar em emagrecer, procure um especialista.
  7. Para o tratamento da obesidade, médicos podem usar fatores de risco e outras doenças para terem a noção da gravidade da situação do paciente. Por exemplo, apnéia do sono, diabetes mellitus tipo 2 e arteriosclerose são doenças que indicam a necessidade urgente de tratamento clínico da obesidade.
  8. A Lei 11.721/2008 determina que o 11 de outubro é Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. A data havia sido criada, há cerca de dez anos, pela Federação Latino-Americana de Obesidade, porém reconhecida, em 1999, pelo Governo Federal e instituída no Brasil, na época, com o nome de Dia Nacional de Combate à Obesidade.
  9. A prevenção contra a obesidade passa pela conscientização da importância da atividade física e da alimentação adequada. O estilo de vida sedentário, as refeições com poucos vegetais e frutas, além do excesso de alimentos ricos em gordura e açúcar precipitam o aumento do número pessoas obesas, em todas as faixas etárias, inclusive crianças.
  10. Está comprovado que relacionamentos sociais e romances são menos frequentes entre obesos, já que eles saem menos de casa devido a diminuição da autoestima. Agora, uma vez existindo o relacionamento, a obesidade pode interferir no relacionamento sexual. Ela está relacionada à redução da testosterona, o que pode levar a redução de libido e a problemas de ereção nos homens. Já nas mulheres, existe uma redução dos níveis de hormônio feminino e aumento no nível dos masculinizantes. As mulheres têm aumento de pêlos, irregularidade menstrual e redução da fertilidade. As chances de todos esses problemas se resolverem, com uma perda de peso na ordem de 10%, são bem grandes.

FAQ Obesidade


Você perguntou e nossos consultores responderam. Estão disponíveis as respostas de 22 Perguntas Mais Frequentes (FAQ – Frequency Answer Questions), sobre as dúvidas relacionadas à obesidade e sua dificuldade de tratamento. Responderam às questões os doutores Giuseppe Repetto, Amélio Godoy-Matos, Márcio Mancini e Dalisbor Silva.

1- O uso da sibutramina não apresenta risco de retornar o peso após a parada do tratamento?
Dr. Giuseppe Repetto: QUALQUER medida antiobesidade que existe no nosso mercado, apresenta o risco de reengorde após a parada do seu uso.

2- Por que depois de um tempo tomando Anfepramona para emagrecer, o remédio não faz mais efeito em mim?
Dr. Giuseppe Repetto: Porque a Anfepramona é um derivado da Anfetamina, e essas drogas a curto prazo (2 a 4 meses), apresentam "tolerância", o que leva a sensação do seu efeito anorexígeno.

3- Existe um tratamento multidisciplinar gratuito contra ganho de peso?
Dr. Giuseppe Repetto: Infelizmente não.

4- Há previsão para o SUS abrir inscrições para a cirurgia bariátrica?
Dr. Giuseppe Repetto: O SUS já apresenta há 3/4 anos a possibilidade de candidatar-se à cirurgia bariátrica, junto aos serviços por ele credenciados. O encaminhamento dessas inscrições deve ser feito através das secretarias regionais de saúde.

5- A cirurgia da obesidade é uma tentativa de minimizar a doença, já que a cura não existe?
Dr. Giuseppe Repetto: Não, a cirurgia da obesidade é uma forma de tratamento eficaz a longo prazo para a cura da maioria dos casos de obesidade mórbida.

6- Por que os endocrinologistas não fazem como os nutricionistas e adequam a dieta para cada pessoa, ao invés de entregar uma dieta não personalizada de quantas calorias devem ser ingeridas?
Dr. Amélio Godoy Matos: Os endocrinologistas podem fazer assim também, mas no fundo a forma de prescrição de uma dieta é a mesma. Ou seja, é oferecido um modelo básico com uma lista de substituições. Daí o paciente faz seu próprio cardápio. Não há segredos numa dieta. A informação contida é, em resumo: comer pouco, comer de tudo, evitando açúcar refinado e os alimentos que o contêm, mais restrição de gordura. O segredo está em o paciente aderir à dieta. E isto depende da interação médico/paciente e da capacidade do médico fazer o paciente aderir e compreender o que lhe foi prescrito. O outro segredo é a utilização de medicamentos antiobesidade. Todos os estudos mostram que os medicamentos são mais eficazes no emagrecimento do que dieta e exercício apenas. Um recente e excelente estudo mostrou que o tratamento comportamental (ensina a mudar o comportamento e mudar o estilo de vida) é capaz de fazer perder peso, mas o medicamento associado ao tratamento comportamental foi melhor do que o tratamento comportamental apenas.

7- O tratamento da obesidade deve ser encarado como o tratamento de uma doença crônica?
Dr. Amélio Godoy Matos: SIM! A obesidade é uma doença crônica. A sugestão atual é que, obtendo qualquer sucesso, os medicamentos devem ser mantidos. Claro que a dieta e os exercícios, idem. Aliás, não mais devemos falar em dietas. O certo é mudança de estilo de vida. E mudança significa para sempre.

8- O que leva uma criança a ser obesa, quando os pais e a família não são obesos e nem têm sobrepeso?
Dr. Amélio Godoy Matos: A obesidade na criança depende de dois fatores: a genética e a influência do meio ambiente. A suscetibilidade genética depende de um conjunto de genes que se expressam numa mesma pessoa. Assim, mesmo que uma criança não tenha os pais obesos, ela pode carregar genes herdados das linhagens materna e paterna. Imaginem um gene A, que sozinho é incapaz de gerar obesidade. Ela herda do pai este gen. Mas, a mãe tem um gene B ou outros genes que podem dar esta suscetibilidade. Associados, os genes A + B (ou mais C) podem facilitar o ganho de peso na criança. Mas a influência ambiental é fundamental. Logo, mesmo sendo filha de pais magros, mas vivendo hoje num ambiente de sedentarismo, muita comida rica em calorias etc, a obesidade pode aparecer. Quanto mais cedo e quanto mais pesada a criança, maior a probabilidade de um defeito genético.

9- É possível tratar sem problemas uma criança obesa?
Dr. Amélio Godoy Matos: Claro! Apenas alerto para que seja tratada por um especialista ou um grupo especializado. Nem todo endocrinologista tem formação para tratar uma criança obesa. Além do mais, nunca permita que uma criança seja tratada com fórmulas de emagrecimento, freqüentes em consultórios de médicos "da moda" que não sejam endocrinologistas. Favor checar junto à SBEM.
10- Se o problema é compulsão alimentar, por que operar o estômago?
Dr. Márcio Mancini: A cirurgia de gastroplastia redutora pela técnica de Capella leva a redução das compulsões alimentares. O mecanismo que leva a esse fenômeno é pouco conhecido e não envolve pura e simplesmente a redução do volume da câmara gástrica. Postula-se a existência de mecanismos neuro-hormonais, como alterações dos níveis de ghrelina, peptídeo YY e oxintomodulina, que são hormônios gastrointestinais liberados após a ingestão de alimentos.

11- Até que ponto a genética pode influir no aparecimento da obesidade? O gene sempre vai se expressar ou ele pode apenas constar no código genético e se expressar nos meus filhos?
Dr. Marcio Mancini: A influência genética na obesidade envolve múltiplos genes. Essa influência pode ocorrer desde em um único gene que necessariamente fará com que o individuo seja obeso, até em vários genes que levarão a leves suscetibilidades. A pessoa pode ter vários genes com pequena influência, mas que unidos geram o ganho de peso e a obesidade. A situação de apenas um gene fazer com que o paciente seja obeso é bem mais rara. O que é aceito atualmente é que o individuo obeso, geneticamente, estaria correto para um ambiente no qual ele foi selecionado nas gerações passadas, mas para o ambiente atual (urbano-moderno), onde encontramos comida gordurosa em abundância e sedentarismo, está desajustado.

12- Certa vez, ouvi que na França estava sendo desenvolvida uma técnica que serviria para isolar o gene defeituoso da obesidade. É verdade?
Dr. Marcio Mancini: Isso está sendo feito em vários paises do mundo, mas nós sabemos que não será encontrado um único gene responsável. É o que falei na questão anterior. Hoje se sabe que a causa é múltipla.

13- Problemas com intestino podem levar uma pessoa a engordar?
Dr. Marcio Mancini: Não. O fato de o intestino funcionar todos os dias ou não, não faz com que a pessoa engorde. Alguns genes estão relacionados a uma capacidade maior ou menor de absorver o alimento que se ingere, principalmente gorduras. Tem gente que absorve 100% da gordura, mas tem gente que absorve apenas 95% e o resto fica no organismo. Essas pessoas que absorvem 100% têm uma probabilidade maior de engordar. Usar laxantes não é indicado para emagrecer.

14- Até que ponto a obesidade interfere na parte sexual e como tratá-la?

Dr. Marcio Mancini: Está comprovado que relacionamentos sociais e romances são menos frequentes entre obesos. Os obesos saem menos de casa, têm diminuição de auto-estima, e isso colabora para uma diminuição dos relacionamentos. Agora, uma vez existindo o relacionamento a obesidade pode, sim, interferir no relacionamento sexual. Ela está relacionada à redução da testosterona, o que pode levar a redução de libido e a problemas de ereção nos homens. Já nas mulheres, existe uma redução dos níveis de hormônio feminino e aumento no nível dos masculinizantes. As mulheres têm aumento de pêlos, irregularidade menstrual e falha na ovulação. As chances de todos esses problemas se resolverem, com uma perda de peso na ordem de 10%, são bem grandes.

15- Existem problemas decorrentes do uso de inibidores de apetite?
Dr. Marcio Mancini: Todos os remédios têm efeitos colaterais e os inibidores de apetite também. Mas os problemas estão muito mais relacionados à prescrição irresponsável do que à existência deles no mercado. Eu sou contra banir os inibidores do mercado, mas a favor de uma fiscalização mais rigorosa nas clínicas onde são prescritos e vendidos sem critério.

16- Quando utilizar sibutramina e ou femproporex?
Dr. Marcio Mancini: A sibutramina ou a anfepramona ou o femproporex ou o mazindol ou o orlistate podem ser usados em pessoas com obesidade (IMC > 30) ou com excesso de peso (IMC > 25) associado a doenças que melhoram com redução de peso. Os remédios sempre devem utilizados com dieta e atividade física, e nunca como solução milagrosa.

17 - Por que mesmo fazendo exercício físico regularmente e seguindo uma dieta pobre em açúcar, gorduras e carboidratos, não consigo perder peso?

Dr. Dalisbor Silva: É importante avaliar se existe algum distúrbio glandular ou outra doença que possa estar dificultando a perda de peso. No mais, se isto estiver normal, checar o gasto calórico diário e ver se a dieta está adequada para este caso.

18 - Existe algum tipo de regime alimentar que possa fazer para nunca mais voltar a engordar?
Dr. Dalisbor Silva: A reeducação alimentar consiste justamente na busca de um hábito alimentar saudável, e que possa ser seguido sempre. Não existe dieta que faça emagrecer definitivamente, pois ao voltar a ingerir os alimentos como antes da dieta fará a pessoa ganhar peso novamente.

19 - Como perder peso com mais tranqüilidade sem se privar de tantas coisas?
Dr. Dalisbor Silva: Com auxílio de um endocrinologista ou nutricionista será possível montar um cardápio adequado para cada caso, sem que haja necessidade de grandes privações.

20 - Psicoterapia seria mais efetivo do que outros meios de tratamento?
Dr. Dalisbor Silva: A psicoterapia em determinados casos é um fator coadjuvante no tratamento da perda de peso.

21 - Como tratar a compulsão alimentar?
Dr. Dalisbor Silva: Com medicação adequada e psicoterapia.

22 - Só consigo fazer três refeições diárias. Por que meu organismo começa a engordar quando tento fazer as cinco refeições?
Dr. Dalisbor Silva: Comer "queima" caloria, porém se a quantidade em cada refeição for inadequada, e a soma calórica em 24h for acima da necessidade individual, haverá ganho de peso.

http://www.endocrino.org.br/faq-obesidade/



Leia Mais:

30 lições que aprendi com o emagrecimento.

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1. Beber muita água é sim importante;
2. Não emagrecemos da noite pro dia;
3. A palavra “Paciência” é o mantra diário de quem quer emagrecer;
4. Falar “Não, obrigada” é necessário em 80% das situações;
5. Ganhar peso é muito mais fácil do que perder;
6. A chave de tudo está no nosso pensamento;
7. Força de vontade não brota em árvore;
8. Prefiro estar em forma do que comer sem controle;
9. Dá pra tornar a comida sua alida e não inimiga;
10. Comemos para viver, e não vivemos para comer;
11. Demorei mas criei o hábito de comer sem beber nada junto, facilita a digestão;
12. Os nossos resultados dependem SOMENTE do nosso próprio esforço, e mais nada;
13. Sem suor e dedicação, não há resultados;
14. Reeducação alimentar não descansa aos finais de semana e feriados;
15. FOCO É TUDO. FOCO FOCO FOCO;
16. Anotar o que comemos ajuda demais;
17. Acordar cedo é um saco, mas a gente acostuma;
18. Acordar cedo NO FRIO é um saco, mas é isso, ou volto a ser uma gorda dorminhoca;
19. Montar um mural de inspirações ajuda muito;
20. Não botava fé em mim, mas só fui descobrir que sou capaz de tudo quando cruzei a linha de chegada de uma prova de 10k;
21. Passei 20 anos sendo sedentária e hoje me pergunto “porque levei tanto tempo pra me mexer?”
22. Endorfina é uma das melhores coisas dessa vida;
23. Muita gente não acredita que somos capazes de mudar, e é uma delicia fazer eles verem que estão errados;
24. Malhar de manhã me deixa mais disposta;
25. Amo o fato de não precisar usar mais shorts por baixo da saia e ter as coxas assadas devido ao atrito;
26. Amo poder vestir jeans 38, regatinha branca, sair de cara lavada e cabelo bagunçado e me sentir sexy e atraente do mesmo jeito;
27. Não importa se eu estou mega produzida, de make impecável e cabelo feito. Se sou gorda, ninguém vai ligar para isso;
28. O emagrecimento tem que ser prioridade para dar certo, sem “mas…” é isso, e pronto;
29. Além da estética, me sinto muito feliz por ter me adaptado a um estilo de vida saudável e leve, que vai fazer com que eu viva por muito mais tempo, e sorria muito mais;
30. Nunca é tarde para mudar, e eu continuarei em constante mudança, até atingir o corpo ideal e definido dos sonhos :D

http://pensandomagro.net/2012/06/30-licoes-que-aprendi-com-o-emagrecimento/